[{"data":1,"prerenderedAt":199},["ShallowReactive",2],{"trifolium-repens":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"68d5a87d57971e0022d72d06","5358748","Trifolium repens L.","Trevo branco",[],"Trifolium repens","trifolium-repens","2025-09-25T20:39:26.106Z","2025-09-25T20:41:43.847Z","trevo-branco-trifolium-repens","Trevo branco (Trifolium repens)\n\n- Identificação rápida\n  - Família: Fabaceae (leguminosas).\n  - Porte: herbácea perene, baixa (geralmente 5–20 cm), formando “tapetes”.\n  - Crescimento: rasteiro, com estolões (ramos que se arrastam no solo) que criam raízes nos nós e formam novas mudinhas.\n  - Folhas: trifoliadas (três folíolos arredondados), muitas vezes com uma marca em forma de meia-lua clara em cada folíolo.\n  - Flores: cabeças globosas de muitas flores pequenas, brancas a levemente creme/rosadas; com a idade ficam amarronzadas. Muito atrativas para abelhas.\n  - Frutos e sementes: vagens minúsculas com várias sementes bem pequenas e duráveis no solo.\n\n- Origem e distribuição\n  - Nativo da Europa e partes da Ásia e Norte da África.\n  - Amplamente naturalizado em regiões de clima temperado e subtropical do mundo inteiro, inclusive Américas e Oceania.\n\n- Habitat e preferências ambientais\n  - Clima: prefere temperaturas amenas. Tolera frio e geadas; sofre em calor intenso e seca prolongada.\n  - Luz: sol pleno a meia‑sombra (em sombra forte floresce menos).\n  - Solo: de médio a fértil, úmido mas bem drenado. Vai melhor em pH de 6,0 a 7,5, mas tolera de levemente ácido a levemente alcalino.\n  - Umidade: gosta de umidade regular; não vai bem em encharcamento prolongado.\n\n- Ciclo de vida e fenologia\n  - Perene de vida relativamente curta (muitas vezes 2–5 anos), mantendo-se por estolões e pela ressemeadura natural.\n  - Floresce da primavera ao outono em climas amenos; em regiões quentes floresce mais nas estações mais frescas.\n\n- Ecologia e benefícios\n  - Fixa nitrogênio: vive em simbiose com bactérias do gênero Rhizobium em nódulos nas raízes, capturando nitrogênio do ar e enriquecendo o solo (pode aportar dezenas a mais de 100 kg de N/ha/ano em boas condições).\n  - Cobre o solo, reduzindo erosão e inibindo plantas daninhas.\n  - Fornece néctar e pólen para abelhas, mamangavas e outros polinizadores; o mel de trevo é muito apreciado.\n  - Serve de alimento para muitos herbívoros silvestres e de criação.\n\n- Como reconhecer no campo\n  - Tapete verde baixo com folhinhas arredondadas em grupos de três, muitas com um “V” claro.\n  - Inflorescências brancas arredondadas em hastes finas que se erguem acima das folhas.\n  - Estolões visíveis correndo sobre o solo e enraizando nos nós.\n\n- Usos principais\n  - Forrageira: muito nutritivo e palatável para ruminantes, geralmente em mistura com gramíneas (ex.: azevém, festuca).\n  - Cobertura de solo e adubo verde: melhora a estrutura, fertilidade e vida do solo; útil em pomares, vinhedos e hortas.\n  - Gramados com trevo: alternativa ou complemento à grama; exige menos adubação nitrogenada, permanece verde por mais tempo e tolera pisoteio moderado.\n  - Apicultura: fonte regular de néctar.\n  - Culinário tradicional: folhas e flores podem ser usadas em pequenas quantidades em saladas, chás ou preparos cozidos (sabor suave).\n\n- Cultivo e manejo\n  - Preparo do solo: eliminar competição inicial e, se possível, corrigir pH; fósforo e potássio ajudam no estabelecimento. Evite adubações nitrogenadas pesadas.\n  - Semeadura: sementes são muito pequenas; semeie superficialmente (no máximo 0,5 cm), mantendo o solo úmido até emergir.\n    - Taxas típicas: em pastagens, 1–2 kg/ha em mistura; em cobertura/gramado, cerca de 1–3 g/m².\n    - Inoculação: onde o trevo é novo, inocular as sementes com Rhizobium específico melhora muito o pegamento e a fixação de N.\n  - Irrigação: regas leves e frequentes no início; depois, regas moderadas conforme o clima. Evite encharcar.\n  - Luz e corte: aceita poda/roçada baixa (5–8 cm). Cortes ou pastejo moderados estimulam o perfilhamento dos estolões.\n  - Consórcios: funciona muito bem combinado com gramíneas de clima temperado; reduz necessidade de adubo nitrogenado.\n  - Adubação de manutenção: focar em P, K e enxofre; molibdênio pode ajudar em solos carentes.\n\n- Propagação\n  - Por sementes: principal forma; germina melhor em temperaturas amenas.\n  - Por estolões: segmentos com nós enraizados pegam facilmente ao serem firmados no solo úmido.\n\n- Polinização e reprodução\n  - Majoritariamente dependente de insetos (abelhas e mamangavas) para produzir sementes; tende a ser de cruzamento (pouca auto‑fertilidade).\n\n- Pragas e doenças comuns\n  - Pragas: lesmas e caracóis em mudas; pulgões; vaquinhas e gorgulhos das raízes (varia por região).\n  - Doenças: podridão de trevo (Sclerotinia), oídio, ferrugens e viroses. Boa drenagem, rotação e manejo de pastejo/roçada reduzem problemas.\n\n- Potencial invasor e controle\n  - Pode se tornar espontâneo em jardins e calçadas por espalhamento de estolões e sementes.\n  - Controle manual é fácil em solos úmidos; cobertura morta (mulch) e manutenção de canteiros cheios reduzem a infestação.\n  - Em gramados, o manejo da fertilidade e da altura de corte favorece ou desfavorece o trevo conforme o objetivo.\n\n- Segurança e cuidados com animais\n  - Para humanos: geralmente seguro como alimento ocasional; evite grandes quantidades cruas e sempre colha em locais sem contaminação.\n  - Para ruminantes: risco de timpanismo (empanzinamento) quando consumido em excesso, especialmente em pastos muito tenros ou após chuvas.\n    - Boas práticas: pastejo misto com gramíneas, oferecer fibra seca, evitar colocar animais famintos direto em trevo jovem, e usar agentes antiespumantes quando necessário.\n  - Algumas linhagens podem conter compostos cianogênicos em baixos níveis; o risco é baixo com manejo adequado.\n\n- Variedades e tipos\n  - Existem cultivares de folhas maiores (tipo “ladino”, mais vigoroso para pastagens) e de folhas menores (mais usados em gramados e coberturas).\n  - Cultivares modernos variam em tolerância a calor, pisoteio e doenças.\n\n- Curiosidades\n  - “Repens” significa “rasteiro” em latim, referência aos estolões.\n  - O “trevo de quatro folhas”, símbolo de sorte, é uma mutação rara frequentemente observada no trevo branco.\n\nEm resumo: o trevo branco é uma leguminosa rasteira, muito útil para enriquecer o solo, alimentar polinizadores e compor pastos e gramados de baixa manutenção. É fácil de cultivar em clima ameno, desde que tenha umidade adequada e solo bem cuidado.","Trevo branco (Trifolium repens) – guia de plantio e cuidados\n\nVisão geral\n- Uso: forração/gramado, cobertura viva em pomares/hortas, pastagem, adubo verde e planta melífera.\n- Hábito: perene rasteira, espalha-se por estolões, flores brancas (às vezes com tom rosado).\n- Luz: sol pleno a meia-sombra (quanto mais sombra, menos denso).\n- Clima: temperado a subtropical; muito rústico. Resiste bem ao frio e a geadas leves.\n- Solo: bem drenado, fértil a médio, pH 6,0–7,5 (tolera 5,5–8,0). Não gosta de encharcamento prolongado.\n\nQuando plantar\n- Semeadura no início da primavera ou do outono, quando as temperaturas estão amenas (10–20 °C) e há umidade regular.\n- Em regiões quentes, prefira o outono/inverno; em frias, primavera após risco de geadas fortes.\n\nPreparo do solo\n- Descompacte levemente os primeiros 5–10 cm, retire torrões e ervas daninhas.\n- Corrija pH se necessário (calcário dolomítico para pH baixo).\n- Evite adubar com muito nitrogênio; o trevo fixa N. Foque em fósforo e potássio se o solo for pobre.\n\nSementes e inoculação\n- Se possível, inocule as sementes com Rizóbio específico (Rhizobium/Ensifer para trevos) para melhor fixação de nitrogênio.\n- Mantenha as sementes inoculadas à sombra e sem ressecar até o plantio.\n\nComo semear\n- Taxa de semeadura:\n  - Gramado 100% trevo: 5–10 g/m².\n  - Consorciado com grama (reforma/overseeding): 1–3 g/m².\n  - Pastagens: 2–5 kg/ha em mistura; 5–10 kg/ha em puro.\n- Profundidade: superficial; apenas cobrir levemente (0–5 mm). Precisa de bom contato com o solo.\n- Técnica: espalhe uniformemente, passe um rolo/placa para firmar, e irrigue gentilmente. Cobertura muito fina de palha pode ajudar a manter umidade.\n- Germinação: 7–14 dias em condições ideais.\n\nPlantio por mudas/estolões\n- Também pega fácil por estaquia de estolões ou divisão de touceiras. Enterre nós dos estolões e mantenha úmido até enraizar.\n\nRega\n- Manter úmido (não encharcado) nas 3–4 primeiras semanas.\n- Após estabelecido: 1 rega profunda semanal em seca prolongada (≈ 2–2,5 cm/semana). Em verão muito quente pode “sumir” parcialmente e rebrotar com chuvas.\n\nAdubação\n- Evite N alto. Se necessário, use formulações com baixo N e bom P/K ou fósforo natural em solos carentes.\n- Cobertura anual leve com composto peneirado melhora vigor.\n- Em consórcio com gramíneas, a grama se beneficiará do N que o trevo fixa.\n\nManejo como gramado/forração\n- Altura de corte: 5–7 cm. Tolera cortes baixos e pisoteio moderado.\n- Re-semeie pontos falhos no fim do verão/outono ou primavera.\n- Para gramado “mais limpo” e com menos flores (menos abelhas), use cultivares de microtrevo (ex.: ‘Pipolina’, ‘Pirouette’) e mantenha cortes regulares antes da floração.\n- Bordas: pode invadir canteiros; contenha com aparos, barreiras físicas ou corte antes de semear.\n\nEm horta/pomar e como adubo verde\n- Excelente cobertura viva sob frutíferas e entre canteiros, reduzindo ervas e mantendo umidade.\n- Como adubo verde: roçar/incorporar quando 20–50% em floração para maximizar biomassa e N; deixar como “mulch” sobre o solo.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pulgões e tripes: lave com água, use sabão inseticida/óleo de neem se necessário.\n- Lesmas/caracóis: proteja mudas jovens com iscas à base de ferro ou armadilhas.\n- Gorgulhos do trevo (Sitona spp.) podem causar “dentado” nas folhas; geralmente tolerável em jardins. Favoreça inimigos naturais e mantenha plantas vigorosas.\n- Doenças fúngicas (míldio, manchas, Sclerotinia) surgem em clima úmido e sombreamento excessivo. Melhore a drenagem, evite molhar à noite e promova circulação de ar. Retire material doente.\n\nDicas extras\n- Polinizadores: flores atraem abelhas — ótimo para biodiversidade; atenção se houver alergias.\n- Curiosidade útil: curto a médio prazo, é perene mas pode rarear com calor extremo; re-semeie a cada 2–3 anos para manter densidade.\n- Potencial de dispersão: pode tornar-se espontâneo além da área semeada; faça manejo das bordas.\n- Animais: geralmente seguro para pets no jardim; em ruminantes pode causar timpanismo se o pasto for muito rico — manejar pastejo.\n\nQuer que eu ajuste as recomendações para a sua região? Diga sua cidade/estado, se é para gramado, horta ou pasto, e se vai misturar com alguma grama.","Trevo branco (Trifolium repens): tapete verdinho de três folhas e flores brancas fofas, queridinho das abelhas e símbolo de sorte no jardim!",[],[],[27],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":198},"68d5a87657971e0022d72d02","/uploads/images/plant-discover/e3942c9a-4b59-43e0-a929-6f6fe0ca01ca91105882594604965-1758832755606.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"68b29639a5aa300022c1936a","Luan Paulo Boscaia","https://lh3.googleusercontent.com/a-/ALV-UjUCvhc67lamAXrgp-JqOpTNg--qQhRQ76254XNWnvKCDw1zKg=s96-c","Doutor Pedrinho","SC",[37,60,69,92,116,139,152,161,174],{"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"images":38,"score":59},[39,43,47,51,55],{"url":40,"thumbnail":41,"citation":42},"https://bs.plantnet.org/image/o/2702551a3ad420c89865294352d14171f6420611","https://bs.plantnet.org/image/m/2702551a3ad420c89865294352d14171f6420611","N. 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