[{"data":1,"prerenderedAt":217},["ShallowReactive",2],{"prunus-pensylvanica":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"68d58e6d96cd390022f0fb3a","8202030","Prunus pensylvanica L.fil.","cerejeira-da-Pensilvânia",[],"Prunus pensylvanica","prunus-pensylvanica","2025-09-25T18:48:34.224Z","2025-09-25T18:51:00.979Z","cerejeira-da-pensilvania-prunus-pensylvanica","Cerejeira-da-Pensilvânia (Prunus pensylvanica L.f.) — também chamada de pin cherry ou fire cherry — é uma cerejeira nativa da América do Norte, típica de áreas que sofreram incêndios ou outros distúrbios. É uma espécie pioneira: cresce rápido, vive pouco e prepara o terreno para outras árvores.\n\n- Família: Rosaceae\n- Nomes comuns: cerejeira-da-Pensilvânia, pin cherry, fire cherry\n- Origem: Canadá e norte dos EUA, descendo pelos Apalaches e Montanhas Rochosas\n- Porte: árvore pequena a média, 5–15 m de altura, tronco fino (até ~30 cm de diâmetro), copa aberta\n\nComo reconhecer\n- Casca: lisa e brilhante quando jovem, castanho-avermelhada com lenticelas (risquinhos) horizontais; com a idade, escurece e se descasca em placas finas.\n- Ramos: delgados, avermelhados.\n- Folhas: simples, alternas, lanceoladas a ovadas, 5–12 cm de comprimento, borda finamente serrilhada, ponta afilada; face inferior mais clara.\n- Flores: brancas, com 5 pétalas, pequenas (cerca de 1 cm), em grupinhos de 2–7 sobre cabinhos finos; aparecem na primavera, junto com as folhas ou logo depois.\n- Frutos: drupas pequenas, redondas, vermelho-vivo e translúcidas (cerca de 6–10 mm), com caroço relativamente grande. Polpa ácida/astringente; muito apreciados por aves e outros animais.\n\nEcologia e ciclo de vida\n- Estratégia: pioneira, muito intolerante à sombra. Coloniza clareiras, áreas queimadas, taludes e solos expostos.\n- Crescimento: rápido nos primeiros anos; pode frutificar cedo (a partir de 3–5 anos).\n- Longevidade: curta, geralmente 20–40 anos.\n- Reprodução: principalmente por sementes. Produz muitas sementes pequenas que podem permanecer viáveis no solo por anos e germinam bem após fogo ou revolvimento do solo. Pode rebrotar após danos, mas sua regeneração vegetativa é menos importante que a via sementes.\n- Polinização e dispersão: insetos polinizam as flores; aves e mamíferos dispersam as sementes ao comer os frutos.\n- Papel ecológico: forma moitas densas que estabilizam o solo e oferecem alimento para a fauna; atua como “espécie-enfermeira”, fazendo sombra inicial para espécies de estágios sucessionais posteriores.\n\nHabitat e distribuição\n- Ambientes: bordas de florestas, clareiras, solos arenosos ou pedregosos, encostas, áreas pós-incêndio.\n- Solo: prefere bem drenado; tolera solos pobres, ácidos e secos a frescos; não gosta de encharcamento ou compactação.\n- Clima: muito rústica ao frio (USDA 2–6/7); precisa de sol pleno para se desenvolver.\n\nFenologia (em linhas gerais, variando conforme a latitude)\n- Floração: fim da primavera (maio–junho no hemisfério norte).\n- Frutificação: verão (julho–agosto).\n- Sementes: entram no banco de sementes do solo e podem germinar em massa após distúrbios.\n\nUsos\n- Alimentar: frutos são azedos/astringentes in natura, mas servem para geleias, xaropes e vinagres. O caroço não deve ser consumido.\n- Ecológico: ótimo para recuperação de áreas degradadas e para atrair fauna (aves, ursos, raposas, pequenos mamíferos).\n- Ornamental: pouco usada em paisagismo, mas as flores e a frutificação são vistosas.\n- Madeira: leve e pouco durável; uso limitado (artesanato leve, lenha de baixa qualidade).\n\nRiscos e toxicidade\n- Como em outras Prunus, folhas, ramos e sementes têm glicosídeos cianogênicos (ex.: amidalina). Folhas murchas ou após geada podem liberar cianeto e intoxicar bovinos e equinos. Manter o gado afastado de restos de poda e brotações murchas.\n- Para humanos: a polpa do fruto é segura em consumo moderado; não mastigar ou triturar os caroços.\n\nCultivo e propagação\n- Luz: sol pleno obrigatório.\n- Solo: bem drenado; tolera pobreza nutricional. Rega apenas para estabelecer; depois, tolera alguma seca.\n- Propagação por sementes: semear no outono ao ar livre ou estratificar a frio por 2–3 meses (alguns lotes respondem melhor a dupla dormência: período morno seguido de frio). A escarificação do endocarpo ajuda.\n- Transplante: faça jovem para evitar estresse radicular.\n- Manejo: por ser de vida curta e suscetível a pragas, não é indicada como árvore urbana de longo prazo.\n\nPragas e doenças comuns\n- Fungo “black knot” (Apiosporina morbosa), cancro citosporiano, ferrugens e oídio.\n- Manchas foliares (ex.: Blumeriella).\n- Insetos: pulgões, broqueadores e a lagarta-do-telhado (tent caterpillar) podem desfolhar.\n- Boa higiene de poda e boa insolação reduzem problemas.\n\nComo diferenciar de outras cerejeiras nativas\n- Prunus serotina (cerejeira-negra): inflorescências longas em cachos densos; frutos escuros (roxos a pretos); casca adulta muito escamosa (“batata frita queimada”). A P. pensylvanica tem grupos pequenos de flores/frutos em cabos longos e frutos vermelho-vivo.\n- Prunus virginiana (chokecherry): cachos mais cheios e frutos que escurecem; folhas mais largas. Pin cherry tem folhas mais estreitas e frutos menores e mais claros.\n\nConservação\n- Status: espécie comum e estável em sua área nativa (não ameaçada).\n- Importância: essencial em sucessão pós-fogo e na alimentação de aves e mamíferos.\n\nObservação taxonômica\n- A grafia correta do epíteto é “pensylvanica” (com um “n”), conforme autoria L.f. (Linnaeus filius).","Resumo da espécie\n- Nome: cerejeira‑da‑Pensilvânia, pin cherry, fire cherry (Prunus pensylvanica)\n- Porte: 6–12 m de altura, 4–8 m de diâmetro de copa; crescimento rápido; vida curta (20–30 anos)\n- Clima: temperado frio (USDA 2–7). Precisa de inverno frio; não vai bem em regiões quentes sem frio hibernal\n- Uso: árvore pioneira, atrai polinizadores e aves; frutos vermelhos adstringentes (melhores para geleias/compotas)\n\nCondições ideais\n- Sol: pleno sol (≥6 h/dia). Tolera meia‑sombra, mas produz menos flores/frutos\n- Solo: bem drenado, de franco‑arenoso a franco; tolera solos pobres; pH ácido a levemente neutro (≈4,5–7,0)\n- Umidade: prefere solo uniformemente úmido; evita encharcamento. Após estabelecida, tolera alguma seca\n\nComo plantar\n1) Época: final do outono ao início da primavera, quando a planta está dormente.\n2) Local: espaço para copa e raízes; afaste 4–6 m de outras árvores/estruturas. Evite áreas sujeitas a encharcamento.\n3) Cova: abra duas vezes a largura do torrão e a mesma profundidade. Desfie suavemente raízes enoveladas.\n4) Plantio: posicione o colo do tronco ao nível do solo; preencha com a terra original (pode misturar 10–20% de composto maduro se o solo for muito pobre); firme levemente.\n5) Rega inicial: rega profunda após plantar e mantenha o solo úmido (não encharcado) nas primeiras 6–12 semanas.\n6) Mulching: 5–8 cm de cobertura morta sobre a projeção da copa, afastando 5–10 cm do tronco.\n7) Tutoramento: só em locais muito ventosos, por 1–2 anos.\n\nCuidados contínuos\n- Rega: no 1º–2º ano, 1 rega profunda/semana na estiagem. Depois, regar apenas em secas prolongadas.\n- Adubação: geralmente desnecessária. Se o solo for muito pobre, aplicar no início da primavera 2–3 L de composto ao redor da projeção da copa. Evite excesso de nitrogênio (estimula brotações e pragas).\n- Poda: final do inverno/início da primavera, em tempo seco. Remova galhos mortos/doentes/cruzados e rebentos de raiz (suckers) se quiser tronco único. Desinfete ferramentas entre cortes.\n- Suckers: a espécie emite muitos; corte rente ao ponto de origem durante a estação de crescimento.\n- Solo e cobertura: renove o mulch anualmente, mantendo o solo fresco e suprimindo ervas.\n\nPragas e doenças comuns\n- Nó‑negro (Apiosporina morbosa): galhas negras nos ramos. Corte 15–20 cm abaixo da galha e descarte o material; faça podas apenas em tempo seco.\n- Lagartas desfolhadoras (ex.: “tendas” de Malacosoma): remova manualmente ninhos ao amanhecer/anoitecer; controle biológico com Bacillus thuringiensis quando necessário.\n- Mancha foliar/ferrugens e oídio: reduza irrigação por aspersão, melhore a circulação de ar; cobre/fungicidas só se a pressão for alta.\n- Pulgões/escamas: jato d’água, óleo hortícola em dormência e inimigos naturais.\n- Cancros/brocas: evite feridas e estresse hídrico; retire ramos afetados.\n\nPropagação\n- Sementes: precisam de estratificação. Melhor prática: 60–90 dias de estratificação morna (~20 °C) seguidos de 90–120 dias fria (1–5 °C). Escarificar mecanicamente a semente ajuda. Semeie raso em substrato drenante e luz indireta.\n- Estacas: semilenhosas no fim da primavera/início do verão, com hormônio enraizador (IBA).\n- Rebentos de raiz: podem ser escavados e transplantados no fim do inverno.\nObservação: a espécie forma banco de sementes no solo; pode surgir espontaneamente após distúrbios.\n\nCalendário rápido (hemisfério norte; ajuste 6 meses para o sul)\n- Fim do inverno/início da primavera: poda sanitária; plantio; adubação leve se necessário.\n- Primavera: flores; monitoramento de pragas/doenças.\n- Verão: frutas; regas profundas em estiagens; manejo de lagartas.\n- Outono: limpeza, renovação de mulch.\n- Inverno: dormência; possível plantio em regiões amenas.\n\nSegurança e considerações\n- Toxicidade: folhas murchas, casca e sementes contêm glicosídeos cianogênicos; são perigosos para ruminantes. Evite acesso de animais de pasto.\n- Quebra de galhos: madeira relativamente quebradiça; não plante muito próximo a estruturas onde quedas sejam problemáticas.\n- Comportamento: espécie pioneira, curta vida e com tendência a disseminar-se por sementes e brotações. Fora de sua área nativa pode se tornar indesejada; verifique a adequação ecológica e normas locais.\n\nAdequação climática\n- Ideal para regiões frias a temperadas com inverno definido. Em climas subtropicais/tropicais, considere espécies nativas equivalentes que atendam ao mesmo objetivo paisagístico/ ecológico.\n\nSe você informar sua região/clima e tipo de solo, posso ajustar espaçamento, época de plantio e manejo mais finos.","Cerejeira-da-Pensilvânia (Prunus pensylvanica): pioneira que floresce em branco e dá frutinhos vermelhos amados por pássaros; volta com força após fogo.",[],[],[27],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":216},"68d58e6896cd390022f0fb36","/uploads/images/plant-discover/fbd454fa-28f2-4efa-a84c-2665593602d51247271715595286348-1758826086574.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"68c807e2ddbd640021ba4062","Ana 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