[{"data":1,"prerenderedAt":122},["ShallowReactive",2],{"phytolacca-dioica":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"69472043ef1d8d0022603e86","7309625","Phytolacca dioica L.","Umbu",[],"Phytolacca dioica","phytolacca-dioica","2025-12-20T22:16:36.547Z","2025-12-20T22:17:20.017Z","umbu-phytolacca-dioica","Você pediu sobre Phytolacca dioica — a espécie conhecida como ombú (não confundir com “umbu” Spondias tuberosa). Abaixo uma descrição detalhada, em linguagem simples.\n\nIdentificação rápida\n- Nome científico: Phytolacca dioica.  \n- Nome comum: ombú (às vezes escrito ombu).  \n- Família: Phytolaccaceae.  \n- Tipo: árvore de grande porte, de crescimento rápido e porte amplo, típica dos campos sul-americanos (pampas).\n\nOnde vive\n- Região nativa: Pampas da América do Sul — especialmente Argentina e Uruguai; ocorre também no sul do Brasil e em áreas próximas.  \n- Habitat: campos e pastagens, bordas de matas e locais abertos; tolera solos pobres e períodos de seca por armazenar água no tronco.\n\nComo é (morfologia)\n- Porte: costuma formar uma copa larga e arredondada, muitas vezes baixa em relação ao diâmetro; alturas típicas entre 6 e 15 m, mas muito variáveis. O tronco é volumoso e aparentemente “inchado”.  \n- Tronco e madeira: tronco esponjoso, com grande parênquima (tecido que armazena água); madeira fraca, fibrosa, pouco adequada para serraria.  \n- Folhas: simples, alternas, de tamanho médio a grande, de cor verde brilhante; formato elíptico a ovado.  \n- Flores: pequenas, de cor esbranquiçada a esverdeada, reunidas em racemos (espigas) pendentes; como o nome específico “dioica” indica, há plantas masculinas e femininas separadas.  \n- Frutos: bagas globosas, suculentas, inicialmente verdes e depois negro-púrpura quando maduras; contêm várias sementes pequenas.\n\nBiologia e ecologia\n- Dioicidade: espécies separadas masculinas e femininas — só as plantas femininas produzem frutos.  \n- Polinização: por insetos; frutificação e maturação geralmente na primavera-verão (hemisfério sul).  \n- Dispersão: frutos atraem aves que dispersam as sementes.  \n- Adaptações: tronco que armazena água torna a árvore resistente a secas; sistema radicular tende a ser superficial e expansivo.\n\nUsos\n- Sombreamento e ornamental: muito usada como árvore de sombra em paisagens e símbolo cultural dos pampas.  \n- Abrigo: tradicionalmente serviu de abrigo para pessoas e animais nas planícies.  \n- Corante/dye: as bagas produzem pigmento escuro usado ocasionalmente como tinta ou corante; mancham as mãos.  \n- Não é árvore de madeira comercial devido à madeira fraca.\n\nRiscos e cuidados\n- Toxicidade: como outras Phytolacca, partes da planta (sementes, folhas e raízes) contêm substâncias que podem ser tóxicas se ingeridas — evite consumo humano/animal.  \n- Raízes: sistema radicular superficial pode levantar calçadas e danificar estruturas se plantada próxima a edificações.  \n- Não é indicada para poda radical; tronco e copa são frágeis para corte intenso.  \n- Para ter frutos: é preciso ter plantas de ambos os sexos por perto.\n\nPropagação e cultivo simples\n- Propagação por sementes (mais comum) ou por rebentos/estacas em alguns casos.  \n- Gosta de local ensolarado, solo bem drenado, mas tolera solos pobres e períodos secos.  \n- Regar mais no início; depois é bastante tolerante à seca.  \n- Evitar plantio muito próximo a construções por causa das raízes e do volume da copa.\n\nCuriosidades\n- Símbolo cultural: o ombú é um ícone das pampas argentinas e uruguaias, frequentemente associado à paisagem gaúcha.  \n- Aparência: apesar de aparentar ser uma grande árvore com madeira, anatomia interna lembra mais uma planta suculenta por causa do tecido que armazena água.\n\nSe quiser, posso:\n- enviar fotos para identificar partes da planta (folha, flor, fruto);  \n- comparar ombú (Phytolacca dioica) com “umbu” (Spondias tuberosa) para evitar confusões;  \n- sugerir instruções de plantio detalhadas para sua região.","Antes de começar: o nome correto da espécie que você citou é Phytolacca dioica — o ombú (às vezes escrito ombu/ombú). Não confunda com o “umbu” (Spondias tuberosa), que é outra árvore nordestina. Abaixo seguem orientações práticas para plantar e cuidar do ombú.\n\nResumo rápido sobre a espécie\n- Nome: Phytolacca dioica (ombú, ombu).\n- Porte: árvore de copa muito larga e tronco volumoso; pode atingir 8–15 m (em condições ideais).\n- Ritmo de crescimento: rápido.\n- Hábitat: pampas e regiões temperadas da América do Sul; tolera seca e solos pobres, mas aprecia sol pleno.\n- Observação de segurança: todas as partes (especialmente raízes e frutos) são tóxicas — evitar ingestão e contato da seiva com mucosas; manter longe de crianças e animais.\n\nLocal e solo\n- Exposição: sol pleno é ideal para copa mais ampla e floração; tolera meia-sombra, mas cresce mais devagar.\n- Solo: adapta-se a muitos tipos de solo (arenosos a argilosos), prefere boa drenagem; suporta solos pobres e compactos. Evite locais com encharcamento constante (risco de podridão radicular).\n- pH: neutro a ligeiramente alcalino, mas tolera variações.\n\nEspaçamento e posicionamento\n- Espaçamento: plante longe de construções, tubulações, muros e calçadas — raízes e grande porte podem deslocar pavimentação. Recomenda-se pelo menos 8–10 m de distância de edificações/estruturas.\n- Região climática: tolera secas e geadas leves, mas não geadas severas por longos períodos.\n\nPropagação\n- Por sementes: método mais comum.\n  - Colha sementes maduras (bagas pretas), remova a polpa (lavando) e use sementes frescas (perdem viabilidade com o tempo).\n  - Semear em substrato bem drenante, à temperatura ambiente; manter substrato úmido, sem encharcar.\n  - Germinação: normalmente em 2–6 semanas. Pré-imersão em água 12–24 h pode acelerar.\n- Por rebentos/estaquia: é possível enraizar brotos/estacas semi-lenhosas, mas sementes são mais fáceis em cultivo amador.\n- Por enxertia: geralmente não necessário.\n\nPlantio (mudas ou sementes em vasinho)\n- Escolha o local definitivo (ombú cresceu muito).\n- Cave um buraco 2–3× o volume do torrão para mudas; se plantar sementes direto no local, prepare o canteiro com solo solto.\n- Ao plantar muda, nivele a altura do colo com a superfície do solo (não enterre o tronco além do nível do vaso).\n- Preencha com terra misturada com matéria orgânica (composto) e compacte levemente.\n- Regue bem após o plantio.\n- Coloque tutor apenas se a muda for alta e houver risco de tombamento; ombú desenvolve tronco robusto com o tempo.\n\nRega\n- Estabelecimento (primeiro ano): rega regular e profunda 1–2 vezes por semana, dependendo do clima, para favorecer o enraizamento.\n- Após estabelecido: altamente tolerante à seca — regas raras e profundas em períodos prolongados de estiagem. Evite regas frequentes superficiais.\n- Evitar encharcamento e solo permanentemente encharcado.\n\nAdubação\n- Não é exigente; se o solo for pobre, aplique composto orgânico/esterco curtido na cova no plantio.\n- Adubo mineral balanceado (ex.: NPK 10-10-10) uma vez por ano na primavera — seguir doses recomendadas no rótulo conforme diâmetro da copa.\n- Microorganismos e matéria orgânica ajudam no desenvolvimento saudável.\n\nPoda e formação\n- Poda mínima: retire galhos secos, doentes ou mal posicionados.\n- Se quiser formar um tronco único, remova brotações laterais nos primeiros anos deixando o futuro tronco principal; faça podas de formação no início da estação de crescimento.\n- Evite poda drástica frequente — a árvore tende a se fechar naturalmente.\n- Melhor época para podas de formação e limpeza: fim do inverno/início da primavera (antes do brotamento ativo).\n\nProblemas, pragas e doenças\n- Geralmente resistente e com poucas pragas sérias.\n- Pragas possíveis: cochonilhas, pulgões, mosca-branca, lagartas — tratar com controle mecânico, óleo mineral, sabão inseticida ou produtos orgânicos como óleo de nim; para infestação grave, usar inseticida específico consultando um técnico.\n- Doenças: podridão de raízes em solo encharcado; manchas foliares ocasionais. Evitar excesso de água e promover boa circulação de ar.\n- Controle: manter solo drenado, retirar folhas doentes, aplicar fungicida quando necessário sob orientação.\n\nFlores e frutos\n- Produz inflorescências de flores pequenas brancas e depois bagas escuras pretas/roxo que atraem aves.\n- Frutos são tóxicos para humanos; as bagas soltam um pigmento escuro que mancha.\n\nCuidados especiais e advertências\n- Não plante próximo a tubulações, fundações ou calçadas pelo porte e raízes potenciais.\n- Use luvas ao podar (seiva pode causar irritação em peles sensíveis); lave ferramentas após podas.\n- Evitar ingestão das partes da planta; manter distância segura de crianças e animais.\n- Em vasos: não é recomendada para cultivo permanente em vaso devido ao grande desenvolvimento; pode ser usada temporariamente enquanto muda de local.\n\nResumo do manejo anual (prático)\n- Primavera: adubação leve, poda de formação se necessário, retirada de galhos secos.\n- Verão: regas conforme necessidade (a planta tolera seca). Monitorar pragas.\n- Outono: reduzir adubações fortes; limpar frutos/folhas caídas.\n- Inverno: podas leves se necessário; proteger de geadas severas em regiões muito frias.\n\nSe quiser, posso:\n- indicar um passo a passo mais detalhado para semear em sementeira (receita de substrato, profundidade, temperatura, tempo de germinação);\n- ajudar a calcular adubação conforme o diâmetro da copa/muda;\n- identificar problemas a partir de fotos se sua planta apresentar sintomas.\n\nQuer que eu envie instruções detalhadas para semeadura em bandeja/muda?","Você quis dizer ombú (Phytolacca dioica) ou umbu (Spondias tuberosa)? Posso criar a frase assim que confirmar.",[],[],[27],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":121},"6947203fef1d8d0022603e82","/uploads/images/plant-discover/1000821157-1766268990302.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"68c89f75ddbd640021ba53be","Lucas Regner","/uploads/images/user/1000698473-1757978779284.jpg","Três de Maio","RS",[37,64,89,112],{"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"images":38,"score":63},[39,43,47,51,55,59],{"url":40,"thumbnail":41,"citation":42},"https://bs.plantnet.org/image/o/18be0f425eabbaaf8e90eac1a17980ea8540cc1b","https://bs.plantnet.org/image/m/18be0f425eabbaaf8e90eac1a17980ea8540cc1b","Lungisani Giba / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":44,"thumbnail":45,"citation":46},"https://bs.plantnet.org/image/o/79e9a28cd61a745433822d7e6f627ab78077481b","https://bs.plantnet.org/image/m/79e9a28cd61a745433822d7e6f627ab78077481b","Benjamin Vidal / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":48,"thumbnail":49,"citation":50},"https://bs.plantnet.org/image/o/e7dd48fee8938a34deea8efa35b98c9e4c779f74","https://bs.plantnet.org/image/m/e7dd48fee8938a34deea8efa35b98c9e4c779f74","Mattana Ricardo. 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