[{"data":1,"prerenderedAt":182},["ShallowReactive",2],{"paraserianthes-lophantha":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"68d833ea138e710022b232c3","2943719","Paraserianthes lophantha (Willd.) I.C.Nielsen","acácia-de-espigas",[],"Paraserianthes lophantha","paraserianthes-lophantha","2025-09-27T18:59:05.850Z","2025-09-27T19:01:20.388Z","acacia-de-espigas-paraserianthes-lophantha","Acácia-de-espigas (Paraserianthes lophantha)\n\n- Nomes comuns: acácia-de-espigas, acácia-pluma, albízia-pluma.\n- Nome científico: Paraserianthes lophantha (sinônimo frequente: Albizia lophantha).\n- Família: Fabaceae (leguminosa).\n- Origem: sudoeste da Austrália.\n- Status fora da área nativa: amplamente naturalizada e frequentemente invasora em regiões de clima mediterrânico e subtropical (por exemplo, Portugal, sul do Brasil, Chile, África do Sul, Califórnia).\n\nDescrição botânica\n- Hábito: árvore pequena a média ou grande arbusto, geralmente 3–10 m de altura, podendo chegar a 15 m; crescimento muito rápido; vida relativamente curta (cerca de 10–25 anos).\n- Tronco e casca: casca lisa e esverdeada a acinzentada quando jovem; pode rachar com a idade. Rebrotas vigorosas após corte.\n- Folhas: compostas bipinadas (cada “folha” é formada por muitos folíolos pequeninos). Aspecto leve e plumoso, verde vivo. As folhas podem ter dezenas de pequenos folíolos de 2–6 mm, o que dá aparência delicada.\n- Flores: dispostas em espigas cilíndricas (por isso “de-espigas”), densas, cor creme a amarelada, com muitos estames finos e sedosos. Geralmente perfumadas. Florada no final do inverno e na primavera, podendo variar conforme o clima.\n- Frutos e sementes: vagens planas e finas, castanhas quando maduras, com várias sementes duras, brilhantes. As vagens abrem-se na secagem e liberam muitas sementes, formando um banco de sementes persistente no solo.\n- Raízes: com nódulos que abrigam bactérias benéficas capazes de fixar nitrogênio do ar, enriquecendo o solo.\n\nEcologia e comportamento\n- Habitat típico: áreas ensolaradas, bordas de matas, clareiras, dunas e taludes. Tolera solos pobres e arenosos.\n- Adaptações: germina em massa após perturbações (por exemplo, fogo, corte). Sementes germinam melhor após escarificação (pequena “arranhadura” da casca) ou calor.\n- Potencial invasor: forma moitas densas, cresce rápido e sombreia a vegetação nativa; aumenta o nitrogênio no solo, o que pode favorecer outras espécies exóticas; produz grande quantidade de sementes. É considerada problemática em várias regiões. Verifique a legislação local antes de plantar.\n\nCondições de cultivo\n- Luz: pleno sol a meia-sombra (floresce melhor ao sol).\n- Solo: bem drenado; tolera solos pobres, arenosos e levemente ácidos a neutros.\n- Água: moderada; após estabelecida, tolera períodos de seca.\n- Clima: prefere clima mediterrânico ou subtropical; tolera geadas fracas e curtas; vento marítimo leve geralmente não é problema.\n- Poda: aceita bem poda de formação e de contenção, mas rebrotas são vigorosas; evite podas drásticas perto de áreas naturais por risco de espalhamento.\n- Propagação: principalmente por sementes. Para alta germinação, escarificar a semente (lixa ou água quente, sem ferver) e semear logo depois. Inoculação com rizóbios pode acelerar o crescimento.\n\nUsos\n- Ornamental: efeito rápido de “tela verde” e florada vistosa em espigas cremes.\n- Recuperação de áreas degradadas: melhora a fertilidade do solo ao fixar nitrogênio, estabiliza taludes e solos arenosos.\n- Melífera: flores visitadas por abelhas e outros polinizadores.\n- Lenha e biomassa: produz madeira leve para uso pouco exigente e matéria orgânica para cobertura do solo.\nObservação: devido ao alto potencial invasor, o uso ornamental e em restauração é desaconselhado em regiões onde a espécie já é problemática. Prefira alternativas nativas.\n\nManejo e controle (onde é invasora)\n- Prevenção: evite plantio próximo a áreas naturais; remova inflorescências antes de formar sementes se já estiver cultivada.\n- Remoção manual: mudas e jovens plantas arrancadas com raiz inteira, preferencialmente após chuva.\n- Corte e rebrote: o corte simples estimula rebrotas; para controle, costuma-se combinar corte e manejo do toco (consultar técnicos e normas locais).\n- Banco de sementes: monitorar e controlar plântulas por vários anos após a remoção, pois as sementes permanecem viáveis no solo.\n- Distúrbios: queimadas e movimentação de solo favorecem a germinação; reduzir perturbações ajuda a conter.\n\nPragas e doenças\n- Geralmente rústica. Em cultivo, pode sofrer com:\n  - Cochonilhas, psilídeos e brocas em períodos de estresse.\n  - Apodrecimento de raízes em solos encharcados.\n  - Ferrugens e manchas foliares ocasionais.\n- Controle: manejo de irrigação e drenagem, poda sanitária e monitoramento regular.\n\nRiscos e cuidados\n- Alergênica: o pólen pode causar alergias em pessoas sensíveis.\n- Toxicidade: não é recomendada para consumo humano ou animal.\n- Impacto ambiental: potencial de alterar a estrutura e a composição de comunidades nativas; use com extrema cautela e respeite a legislação.\n\nComo reconhecer no campo\n- Árvores de crescimento rápido, copa leve.\n- Folhas bipinadas com muitos folíolos pequenos, macias ao toque.\n- Espigas cilíndricas densas, creme-amareladas, na ponta dos ramos.\n- Vagens planas marrons, frequentes após a florada.\n\nAlternativas nativas (exemplos, a depender da região)\n- Para sombreamento rápido e serviços ecológicos: bracatinga (Mimosa scabrella, Sul do Brasil), angico (Anadenanthera spp.), monjoleiro (Acacia polyphylla, hoje Senegalia polyphylla).\nEscolha sempre espécies nativas da sua região para evitar invasões biológicas.\n\nEstado de conservação\n- Não ameaçada na sua área de origem; fora dela, frequentemente tratada como invasora.","Guia de cultivo da acácia-de-espigas (Paraserianthes lophantha)\n\nVisão geral\n- Árvore leguminosa, muito rústica e de crescimento rápido (5–10 m, às vezes mais).\n- Flores em espigas cilíndricas amarelo-creme no fim do inverno/primavera; fixa nitrogênio no solo.\n- Atenção: espécie considerada invasora em várias regiões; verifique restrições locais.\n\nClima e luz\n- Clima: mediterrâneo, subtropical ou temperado ameno. Tolera geadas leves e breves (-4 a -6 °C), não tolera frio prolongado.\n- Sol: pleno sol é ideal; aceita meia-sombra quando jovem.\n\nSolo\n- Bem drenado, de arenoso a argilo-arenoso; pH 5,5–7,5.\n- Tolera solos pobres, mas não gosta de encharcamento.\n- Melhore a cova com matéria orgânica e use cobertura morta (mulch) para manter a umidade.\n\nPlantio (mudas)\n- Época: início das chuvas na sua região ou fim do inverno/início da primavera.\n- Cova: ~40 x 40 x 40 cm. Misture 20–30% de composto bem curtido. Evite adubos nitrogenados.\n- Se o solo for muito pobre, incorporar pequena dose de fosfato natural e um pouco de K.\n- Posicione a muda no nível do colo, firme o solo, regue bem e coloque tutor em locais ventosos.\n- Espaçamento: 4–6 m para árvore isolada; 2–3 m em renques/cortinas; 2 x 2 a 3 x 3 m em plantios mistos.\n\nPropagação por sementes\n- Coleta: vagens marrons e secas; as sementes têm tegumento duro.\n- Quebra de dormência: escarificar com água quente (despeje água quase fervente sobre as sementes e deixe de molho 12–24 h). Descarte as que flutuarem.\n- Semeio: 0,5–1 cm de profundidade, substrato bem drenado; 20–25 °C; germina em 5–20 dias.\n- Transplante: quando tiver 2–3 folhas verdadeiras. Inoculante de rizóbio específico pode ajudar, mas geralmente não é indispensável.\n\nRega\n- Estabelecimento (primeiros 6–12 meses): manter o solo levemente úmido, sem encharcar. Em calor seco, 10–15 L por planta, 1–2 vezes/semana.\n- Após estabelecida: resistente à seca; regue apenas em estiagens prolongadas.\n\nAdubação\n- Evite nitrogênio (a espécie fixa N). Priorize fósforo e potássio no plantio, se necessário.\n- Renovar cobertura de composto/folhas 1–2 vezes ao ano. Corrigir acidez se pH \u003C 5 com calcário, conforme análise.\n\nPoda e condução\n- Poda de formação nos 2–3 primeiros anos para um tronco bem definido ou copa mais baixa, conforme objetivo.\n- Poda de manutenção logo após a floração: retire ramos cruzados, doentes e controle a altura/largura.\n- Tolera poda mais drástica (rebrotas vigorosas/coppicing), mas faça em época de repouso.\n\nCuidados adicionais\n- Raízes tendem a ser superficiais; evite plantar muito perto de calçadas, muros e tubulações (mantenha 3–4 m).\n- Madeira relativamente frágil: evite locais com ventos muito fortes sem tutor/gestão de copa.\n- Vida útil geralmente curta a média (10–20 anos).\n\nPragas e doenças\n- Geralmente resistente. Pode ter cochonilhas, psilídeos e ácaros em tempo seco; controle com óleo mineral/neem ou sabão potássico.\n- Fungos de raiz surgem em solos encharcados; garanta boa drenagem.\n\nFloração e sementes\n- Florada atrativa para abelhas no fim do inverno/primavera.\n- Produz muitas sementes viáveis; recolha e descarte as vagens antes de abrirem se não quiser regeneração espontânea.\n\nCultivo em vaso\n- Não é ideal devido ao crescimento rápido; se necessário, use recipiente grande (≥60–100 L), drenagem excelente e podas frequentes. Evite dispersão de sementes.\n\nRisco de invasão e alternativas\n- Em muitas regiões do Brasil e do mundo é espécie invasora. Evite plantar próximo a áreas naturais e verifique a legislação local.\n- Alternativas nativas com funções semelhantes (a depender da região): Mimosa scabrella (bracatinga), Parapiptadenia rigida (angico), Anadenanthera colubrina (angico), Inga spp. (ingás), Senna multijuga.\n\nResumo prático\n- Sol pleno, solo bem drenado, pouco adubo (sem N), regas regulares no começo, podas após a floração e manejo rigoroso das vagens. Observe sempre o potencial invasor antes de plantar.","Acácia-de-espigas: árvore ágil de folhas rendadas e espigas de flores fofinhas e perfumadas, atraindo abelhas e dando um show no jardim.",[],[],[27],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":181},"68d833e5138e710022b232bf","/uploads/images/plant-discover/8dba54dd-cc93-4e91-9e18-50dc648c235b3784607261495470639-1758999522905.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"62268308f4575284b3c7434e","Vinicius Gonzalez","https://lh3.googleusercontent.com/a-/AOh14Gia3KyZPAaGOFJUUspZthgcZH1Bkx-XGwMRWEu0_Q=s96-c","Vitória da Conquista","BA",[37,59,71,80,89,108,117,140,162,171],{"gbif_id":12,"specie_canonical_name":16,"images":38,"score":58},[39,43,47,50,54],{"url":40,"thumbnail":41,"citation":42},"https://bs.plantnet.org/image/o/96267b93a67186f133c24728b3885a0f605afb5f","https://bs.plantnet.org/image/m/96267b93a67186f133c24728b3885a0f605afb5f","Peter Schmitz / 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