[{"data":1,"prerenderedAt":224},["ShallowReactive",2],{"lippia-turbinata":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"pictures":12,"canonical_name":65,"slug":66,"name":67,"description":68,"planting_instructions":69,"short_description":70,"cover":71,"comments":72,"conversations":73,"plantDiscovers":74},"6a6d0c82d5637e00231aaba9",[],[],[],[],[],"7297680","Lippia turbinata Griseb.",[13,15,17,19,21,23,25,27,29,31,33,35,37,39,41,43,45,47,49,51,53,55,57,59,61,63],{"url":14},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606650027/original.jpg",{"url":16},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606650031/original.jpg",{"url":18},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606650052/original.jpg",{"url":20},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606650145/original.jpg",{"url":22},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606649796/original.jpg",{"url":24},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606649867/original.jpg",{"url":26},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606649822/original.jpg",{"url":28},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611020132/original.jpg",{"url":30},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608188058/original.jpg",{"url":32},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608188071/original.jpg",{"url":34},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608188081/original.jpg",{"url":36},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608837309/original.jpg",{"url":38},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608837355/original.jpg",{"url":40},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608837405/original.jpg",{"url":42},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608837445/original.jpg",{"url":44},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610703403/original.jpg",{"url":46},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610703390/original.jpg",{"url":48},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610703399/original.jpg",{"url":50},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/613765546/original.jpg",{"url":52},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/613313992/original.jpg",{"url":54},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/614047987/original.jpg",{"url":56},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619243108/original.jpg",{"url":58},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619243137/original.jpg",{"url":60},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619243163/original.jpg",{"url":62},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619243176/original.jpg",{"url":64},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619243199/original.jpg","Lippia turbinata","lippia-turbinata","Desconhecido","Nome comum: Desconhecido (Lippia turbinata)\n\nResumo rápido\nLippia turbinata é uma planta do gênero Lippia (família Verbenaceae) sobre a qual há pouca informação disponível em fontes comuns. Provavelmente é um arbusto ou subarbusto típico do grupo Lippia: folhas opostas, aroma intenso ao amassar, e flores pequenas reunidas em inflorescências. A seguir está uma descrição prática e acessível com base nas características gerais do gênero e nas informações fragmentárias conhecidas para espécies próximas. Recomendo confirmar detalhes morfológicos e de distribuição em herbários ou bases botânicas (ex.: POWO, GBIF, Flora regional) se precisar de dados precisos.\n\nDescrição morfológica (linguagem simples)\n- Porte: costuma ser arbustiva ou subarbustiva (arbusto baixo, 0,3–2 m de altura, dependendo da espécie).\n- Folhas: simples, dispostas aos pares (opostas) ao longo do caule. As folhas podem ser ovadas ou lanceoladas, às vezes com margem inteira ou serrilhada. Muitas Lippia têm folhas aromáticas — soltar um cheiro quando se esfrega ou amassa.\n- Flores: pequenas, tubulares, com quatro ou cinco lobos, reunidas em cachos, capítulos ou espigas terminais. As cores mais comuns no gênero são branco, rosa, lilás ou púrpura.\n- Fruto: pequeno e seco (nutletas ou similares) — típicos de Verbenaceae.\n- Raiz: sistema geralmente rústico, adaptado a solos bem drenados.\n\nHabitat e distribuição\n- Informação específica sobre Lippia turbinata é limitada. Espécies do gênero Lippia ocorrem amplamente nas Américas (tropicais e subtropicais), em locais abertos, bordas de matas, cerrados, campos e áreas perturbadas.\n- Sem uma referência confirmada, não é possível afirmar com segurança a distribuição desta espécie. Verificar registros de herbário e bases como GBIF ajudará a localizar seus registros geográficos.\n\nEcologia\n- Plantas do gênero Lippia costumam atrair polinizadores (abelhas, borboletas) por causa de flores pequenas e nectaríferas.\n- Muitas espécies toleram solos pobres e períodos de seca moderada, sendo comuns em áreas de clima quente a temperado.\n\nUsos (prováveis)\n- Em várias Lippia há usos medicinais populares (chás, infusões) e produção de óleos essenciais com propriedade aromática. No entanto, para L. turbinata não há documentação clara sobre usos tradicionais; não presuma uso medicinal sem fonte confiável.\n- Podem ser usadas como ornamentais por florirem em conjunto e atrair polinizadores.\n\nCultivo e manejo (orientação geral para Lippia)\n- Solo: prefere solos bem drenados; tolera solos pobres.\n- Luz: pleno sol a meia-sombra.\n- Água: moderada; muitas Lippia toleram períodos secos, mas respondem bem a regas regulares durante estabelecimento.\n- Poda: poda leve para formar arbustos compactos e estimular ramificação.\n- Propagação: por sementes ou estaquia de ramos semi-lenhosos; enraizam com relativa facilidade.\n\nPragas e doenças\n- Não há informações específicas para L. turbinata. Em geral, Lippia pode ser atacada por pulgões, cochonilhas e fungos em condições de excesso de umidade. Manejo integrado e boa drenagem ajudam a prevenir problemas.\n\nIdentificação e confusões possíveis\n- Como o gênero Lippia tem muitas espécies parecidas (Lippia alba, L. origanoides, L. sidoides etc.), a identificação precisa exige observação de detalhes florais e frutíferos, além de comparação com descrições taxonômicas e, idealmente, consulta a um herbário ou especialista local.\n- Características úteis para distinguir espécies: formato e tamanho das folhas, aroma, tipo e arranjo da inflorescência, tamanho e cor das flores, e estruturas do fruto.\n\nConservação\n- Não há avaliação pública e consolidada disponível para Lippia turbinata em bases amplamente consultadas. Pode estar sem avaliação ou com dados insuficientes. Verifique listagens regionais e o IUCN para status atualizado.\n\nObservações finais\n- A informação sobre “Lippia turbinata” é escassa em fontes de fácil acesso; por isso, muitos pontos acima são inferências a partir do gênero Lippia. Se você precisa dessa espécie para uma base de dados científica, posso:\n  - Sugerir campos mínimos para registro (nome científico, autoridade, família, caracteres morfológicos, distribuição, habitat, usos, referências, imagens, fontes herbárias).\n  - Ajudar a formular a busca em bases (que termos usar no GBIF, POWO, JStor Plant Science, e herbários).\n  - Tentar compor uma ficha técnica mais detalhada se você me fornecer uma imagem, um exemplar herbário ou uma referência bibliográfica.\n\nQuer que eu monte uma ficha pronta para o seu banco de dados com os campos sugeridos?","Primeiro um comentário rápido: Lippia turbinata não é uma espécie muito documentada em fontes acessíveis, por isso algumas recomendações abaixo são baseadas nos cuidados gerais do género Lippia (verbenáceas), que inclui espécies herbáceas e arbustivas de clima quente. Se puder enviar uma foto ou dizer onde pretende cultivá‑la (país/zonas de frio), eu adapto as recomendações.\n\nPlantio\n- Local: prefira sol pleno a meia‑sombra; a maioria das Lippias floresce mais e fica mais compacta em locais com bastante sol.  \n- Solo: bem drenado, leve a franco‑arenoso; não suporte encharcamento. pH entre 6,0–7,5 tende a ser adequado.  \n- Espaçamento: para formas arbustivas, deixe 50–100 cm entre plantas; para tapizantes, 30–50 cm.  \n- Época de plantio: primavera/começo do verão é ideal em climas temperados; em trópicos pode ser plantada quase o ano todo, evitando períodos de seca extrema.\n\nPropagação\n- Estacas: método mais fácil e rápido. Use estacas semilenhosas (ou semi‑maduros) de 8–12 cm, retire folhas de baixo, mergulhe em hormônio de enraizamento e plante em substrato leve (mistura de areia e perlita/terra). Mantenha umidade e sombra parcial até enraizar (10–30 dias).  \n- Sementes: algumas espécies germinam, mas podem ter taxa baixa; semear em superfície ou levemente coberto, manter substrato úmido e temperatura morna.  \n- Mudas compradas: plante no mesmo nível do torrão, regue bem.\n\nRega e fertilização\n- Rega: rega regular até o estabelecimento; depois regas moderadas. Muitas Lippias toleram seca relativa, mas não encharcamento. Evite solo permanentemente encharcado (risco de podridões).  \n- Adubação: adubo balanceado de liberação lenta na primavera (NPK 10-10-10 ou similar) e suplementar leve no verão, se crescimento estiver fraco. Evite excesso de nitrogênio para não deixar planta muito lisa e sem flores.\n\nPoda e formação\n- Poda leve após a floração para estimular brotações novas e manter a forma. Remova ramos mortos/doentes. Em espécies arbustivas, pode ser podada para formar bordadura ou arbusto compacto.  \n- Para manter vigor, uma poda anual de formação é útil.\n\nLuz e temperatura\n- Preferem calor/moderado calor; muitas espécies são sensíveis a geadas. Em zonas com geadas frequentes, proteger no inverno ou cultivar em vaso e levar para local protegido.  \n- Em locais muito sombreados ficam alongadas e florescem menos.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: afídeos, cochonilhas, mosca‑branca, ácaros. Controle com jatos de água, sabão inseticida, óleo de nim ou inseticidas apropriados conforme necessidade.  \n- Doenças: podridão radicular por excesso de água, fungos como míldio/pó‑branco em condições de alta umidade. Boa drenagem e ventilação reduzem problemas.  \n- Monitorar e tratar precocemente.\n\nSinais e correções rápidas\n- Folhas amareladas: geralmente excesso de água ou deficiência nutricional. Verifique drenagem e fertilize levemente se necessário.  \n- Crescimento alongado/espigado: falta de luz; mais sol.  \n- Queda de folhas/necrose: frio, geada ou pragas.\n\nCuidados especiais\n- Mulching (cobertura orgânica) para conservar umidade e reduzir ervas daninhas, mas cuidado para não encostar muito no tronco.  \n- Em vasos, use substrato leve e boa drenagem; regue com mais frequência que em pleno solo, especialmente no calor.  \n- Se desejar compactar a planta, faça podas de formação e pinçamento de brotos novos.\n\nSe quiser, me diga:\n- se tem sementes, estacas ou planta já crescida;  \n- seu clima/USDA zone aproximada ou cidade/país;  \n- ou envie uma foto da planta — aí passo instruções mais específicas para Lippia turbinata.","Desconhecido (Lippia turbinata): arbusto perfumado, florzinhas miúdas e charme misterioso — um segredinho perfumado do jardim!","/uploads/species_cover/lippia-turbinata.webp",[],[],[75],{"_id":76,"gbif_id":10,"specie_name":67,"specie_canonical_name":65,"image":77,"user":78,"results":84,"createdAt":223},"6a6d0c7acdec65922b000000","/uploads/images/plant-discover/1785531516920-956939165.jpg",{"_id":79,"name":80,"picture":81,"city":82,"uf":83},"6180a340e2111d63b0d22bf3","Diego M. 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