[{"data":1,"prerenderedAt":65},["ShallowReactive",2],{"goeppertia-zebrina":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"692f0983d6a40100226f2fff","5302914","Goeppertia zebrina (Sims) Nees","Maranta, Sassará",[],"Goeppertia zebrina","goeppertia-zebrina","2025-12-02T15:45:07.717Z","2025-12-02T15:46:33.110Z","maranta-sassara-goeppertia-zebrina","Nome e classificação\n- Nomes comuns: sassará, zebra plant (zebra), às vezes chamada de “maranta” em linguagem popular.  \n- Nome científico: Goeppertia zebrina (antes Calathea zebrina).  \n- Família: Marantaceae. Observação: não é do gênero Maranta; pertence ao gênero Goeppertia (reclassificação recente).\n\nOrigem e aparência\n- Natural da Mata Atlântica do Brasil.  \n- Folhagem muito ornamental: folhas ovais alongadas com faixas verdes claras e escuras que lembram listras de zebra; o verso das folhas tem tom arroxeado/avermelhado.  \n- Tamanho: em vaso, normalmente 30–60 cm de altura; folhas individuais com 20–40 cm comprimento.  \n- Flores: pequenas e discretas, raramente notadas em cultivo doméstico; não são o motivo principal do cultivo (a folhagem é o destaque).  \n- Comportamento noturno: as folhas se fecham/levantam à noite (nictinastia), movendo-se como “rezando” — característica comum das marantáceas.\n\nCuidados básicos (linguagem simples)\n- Luz: luz indireta e brilhante. Evite sol direto, que queima as folhas. Em locais com menos luz, a planta cresce mais devagar e as listras ficam menos marcantes.  \n- Solo: mistura rica em matéria orgânica, bem drenada — por exemplo: terra para vasos + turfa ou fibra de coco + perlite/areia grossa + um pouco de casca orgânica. pH levemente ácido a neutro.  \n- Rega: mantenha o substrato sempre levemente úmido, nunca encharcado. Regue quando os primeiros 1–2 cm estiverem secos. Use água em temperatura ambiente; se possível, água filtrada ou de chuva (algumas plantas sensíveis reagem ao cloro/fluoreto da água da torneira).  \n- Umidade: alta (60–80%). Colocar em banheiro/janela com vapor, usar umidificador, bandeja com seixos e água ou agrupar plantas ajuda. Nebulizar ocasionalmente é útil, mas não substitui umidificação constante.  \n- Temperatura: ideal entre 18–26 °C. Evitar abaixo de 15 °C e correntes frias.  \n- Adubação: primavera/verão a cada 4 semanas com fertilizante líquido balanceado diluído (meia ou um quarto da dose indicada). Reduzir ou suspender no outono/inverno.  \n- Poda: remover folhas secas ou danificadas na base para manter aparência e saúde.\n\nPropagação\n- Método mais fácil: divisão na hora do replantio (primavera). Retirar a planta do vaso, separar touceiras com raízes suficientes e replantar em vasos separados.  \n- Não é comum por estaquia de caule; crescerá melhor por divisão.\n\nReplantio e vaso\n- Replante a cada 1–2 anos se o vaso ficar apertado; escolha apenas um tamanho levemente maior. Faça replantio na primavera para dar recuperação rápida.\n\nPragas e doenças\n- Pragas comuns: ácaros-aranha (em ambiente seco), cochonilhas, pulgões e trips.  \n- Prevenção/tratamento: aumentar umidade, lavar folhas com água e sabão neutro, aplicar óleo de nim ou inseticidas apropriados em casos persistentes. Isolar planta infestada.  \n- Problemas por manejo: folhas com bordas marrons (baixa umidade, água com sais/cloro ou excesso de sol); folhas amareladas (encharcamento/raízes podres ou nutrientes em excesso); manchas escuras e moles (fungos por excesso de água).\n\nToxicidade\n- Considerada geralmente não tóxica para cães e gatos, mas não é alimento — evitar ingestão.\n\nErros comuns e como corrigi-los\n- Excesso de sol → folhas queimadas: mover para luz mais difusa.  \n- Baixa umidade → pontas marrons: aumentar umidade, usar umidificador.  \n- Rega irregular → folhas murchas: adotar rotina de rega com verificação do topo do substrato; regar profundamente e permitir dreno.  \n- Água com muito cloro/fluoreto → manchas e pontas marrons: usar água filtrada ou repousada.\n\nResumo prático rápido (colocar à mão na planta)\n- Local: luz indireta, longe do sol direto forte.  \n- Rega: solo sempre levemente úmido; regar quando 1–2 cm superiores secarem.  \n- Umidade: alta — manter 60%+ se possível.  \n- Temperatura: 18–26 °C, sem correntes frias.  \n- Adubação: primavera/verão, a cada 3–4 semanas, diluído.  \n- Propagação: por divisão na primavera.\n\nSe quiser, posso sugerir uma mistura de solo pronta detalhada, um plano de regas semanal adaptado ao seu clima, ou indicar como dividir passo a passo com fotos/ilustrações.","Aqui vai um guia prático para plantar e cuidar da Maranta / Sassará (Goeppertia zebrina), planta da família Marantaceae conhecida pelas folhas listradas e pelo movimento de “fechar” à noite.\n\nResumo rápido\n- Luz: claridade indireta e forte, sem sol direto.  \n- Solo: substrato leve, bem drenado e rico em matéria orgânica.  \n- Rega: manter levemente úmido, evitar encharcar ou deixar secar completamente.  \n- Umidade: alta (≥60%).  \n- Temperatura: ideal 18–26 °C; não abaixo de ~15–16 °C.  \n- Fertilização: diluída, na primavera/verão a cada 3–4 semanas.  \n- Propagação: divisão de touceira (melhor) ou estaquia com nós em substrato úmido.  \n\nPlantio e substrato\n- Use um vaso com bom dreno (furos embaixo).  \n- Mistura recomendada: turfa ou fibra de coco + perlita/vermiculita + um pouco de casca de pinus ou composto bem maturado (ex.: 40% turfa/coco, 30% perlita, 20% casca, 10% composto). Isso dá retenção de água sem encharcar.  \n- pH levemente ácido a neutro (5,5–7).\n\nRega e qualidade da água\n- Mantenha o substrato consistentemente úmido, mas não encharcado. Regue quando os primeiros 1–2 cm estiverem levemente secos.  \n- Prefere água sem cloro/fluoreto (muitas Marantaceae são sensíveis aos sais e ao flúor). Use água filtrada, decantada, da chuva ou deixe a água da torneira descansar 24 h.  \n- Evite regas frias; água em temperatura ambiente.\n\nLuminosidade\n- Local claro, sem luz solar direta. Sol direto queima as folhas e desbota as listras. Em pouca luz as folhas perdem contraste e crescem mais devagar.\n\nUmidade e ambiente\n- Alta umidade é essencial: 60–80% ideal.  \n- Soluções: bandeja com seixos e água, umidificador, agrupar plantas, ou nebulização frequente (a nebulização não substitui umidificador).  \n- Evite correntes de ar frio e aquecedores secos.\n\nTemperatura\n- Ideal 18–26 °C. Evite abaixo de 15–16 °C e mudanças bruscas.\n\nAdubação\n- Primavera e verão: fertilizante líquido balanceado (ex. 10-10-10) diluído a metade da dosagem, a cada 3–4 semanas.  \n- Reduzir ou suspender no outono/inverno.  \n- Cuidado com excesso: excesso provoca queimaduras nas pontas; lave o substrato se houver acúmulo (regar abundantemente e deixar drenar).\n\nPoda, limpeza e replantio\n- Remova folhas secas ou danificadas na base.  \n- Limpe poeira das folhas com pano úmido para favorecer fotossíntese e reduzir pragas.  \n- Replante a cada 1–2 anos ou quando enraizada demais; aproveite para dividir touceiras na primavera.\n\nPropagação\n- Divisão: na muda/replantio, separe a touceira em partes com raízes e replante cada parte. É o método mais rápido e seguro.  \n- Estaquia/rizoma: cortar porções com nó/raiz e manter em substrato úmido ou água até enraizar (pode ser mais lento/menos garantido).\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: ácaros (spider mites), cochonilhas, pulgões e thrips. Controle com lavagem das folhas, óleo de nim, sabão inseticida ou produtos específicos; isolar planta infestada. Ácaros ocorrem em ambientes secos — aumente a umidade.  \n- Doenças: podridão de raízes por encharcamento; manchas fúngicas em folhas por excesso de umidade na superfície. Evite solo encharcado, melhore drenagem e circulação de ar; remova folhas afetadas.\n\nSinais, causas e correções rápidas\n- Pontas marrons e secas: baixa umidade, sais/fluoreto na água, excesso de fertilizante ou rega inconsistente → aumentar umidade, usar água sem cloro, reduzir fertilização, lavar substrato.  \n- Folhas amarelando: excesso de água / má drenagem → diminuir regas, verificar raízes, replantar se necessário.  \n- Folhas enrolando para baixo: pouca água/baixa umidade ou calor → checar umidade do solo e aumentar umidade ambiental.  \n- Perda das listras/folhagem desbotada: luz insuficiente ou envelhecimento natural → mover para local mais claro (indireto).\n\nDicas finais\n- Observe a planta e ajuste conforme o microclima da sua casa.  \n- Evite mudanças bruscas de local; Sassará aprecia estabilidade.  \n- Por ser sensível à qualidade da água e à umidade, ambientes com ar-condicionado/estufas secas exigem cuidados extras.\n\nSe quiser, posso indicar uma receita de substrato detalhada para plantar em vaso, um cronograma de rega adaptado ao seu clima/local (me diga cidade/clima) ou como dividir passo a passo na hora do replantio.","Maranta (Sassará, Goeppertia zebrina): folhas listradas de zebra que se fecham à noite — charme tropical que dança na sua sala!",[],[],[27],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":64},"692f097ed6a40100226f2ffb","/uploads/images/plant-discover/e283282f-4590-46eb-bacf-4b68fc8425c03136029168438555303-1764690299210.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"692f08f1d6a40100226f2fde","Maria Júlia Silva Galdino","https://lh3.googleusercontent.com/a-/ALV-UjUTdzWIs37eG46zreuwrur-Sc3-mNBKQ7V1l7iBQKW2AUfhPbpI=s96-c","Santana da Vargem","MG",[37],{"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"images":38,"score":63},[39,43,47,51,55,59],{"url":40,"thumbnail":41,"citation":42},"https://bs.plantnet.org/image/o/f6f106bc7780b48194984dec745e9ecd7414be1a","https://bs.plantnet.org/image/m/f6f106bc7780b48194984dec745e9ecd7414be1a","Milena Nascimento / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":44,"thumbnail":45,"citation":46},"https://bs.plantnet.org/image/o/a2fa6e28016f3ea08742afbac943a78c57dd22f5","https://bs.plantnet.org/image/m/a2fa6e28016f3ea08742afbac943a78c57dd22f5","sandrine conejero / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":48,"thumbnail":49,"citation":50},"https://bs.plantnet.org/image/o/2b6ce50f0e729ab5918784fc7d0204abc5e0d006","https://bs.plantnet.org/image/m/2b6ce50f0e729ab5918784fc7d0204abc5e0d006","adilson_m_lima / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":52,"thumbnail":53,"citation":54},"https://bs.plantnet.org/image/o/f3dc661d8c9dfc60c8f800b340fc43b17f479481","https://bs.plantnet.org/image/m/f3dc661d8c9dfc60c8f800b340fc43b17f479481","Patricia Castelo / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":56,"thumbnail":57,"citation":58},"https://bs.plantnet.org/image/o/c05721fb1ceeb675f0337ea3dd80f1a9c1845edd","https://bs.plantnet.org/image/m/c05721fb1ceeb675f0337ea3dd80f1a9c1845edd","simon holloway / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":60,"thumbnail":61,"citation":62},"https://bs.plantnet.org/image/o/50520d7f045bebf3075eb308d2d879a1f712e6f9","https://bs.plantnet.org/image/m/50520d7f045bebf3075eb308d2d879a1f712e6f9","Laurie Utterback / Pl@ntNet, cc-by-sa",0.59331,"2025-12-02T15:45:06.995Z",1785514533990]