[{"data":1,"prerenderedAt":248},["ShallowReactive",2],{"dioscorea-sylvatica":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"69e8c143ef0a460022ac2af8","2754792","Dioscorea sylvatica Eckl.","Não há nome popular registrado no Brasil",[],"Dioscorea sylvatica","dioscorea-sylvatica","2026-04-22T12:38:48.429Z","2026-04-22T12:41:03.951Z","nao-ha-nome-popular-registrado-no-brasil-dioscorea-sylvatica","Nome científico: Dioscorea sylvatica\nObservação: não há nome popular registrado para essa espécie no Brasil.\n\nO que é\n- É uma planta trepadeira tuberosa da família Dioscoreaceae, conhecida entre colecionadores como um tipo de “yam” ou “caudiciforme” (planta com um grande tubérculo basal).\n- Natural de regiões da África austral (por exemplo África do Sul e países vizinhos).\n\nAparência (descrição simples)\n- Tubérculo: forma volumosa e carnosa, muitas vezes parcialmente exposta acima do solo. Serve como órgão de reserva e pode ter formato irregular, superfície rugosa e cor entre marrom e amarelado.\n- Caule: quando em fase de crescimento produz caules finos e volúveis que se enrolam e sobem em suportes ou rastejam pelo solo. Esses caules podem alcançar alguns metros em comprimento, mas geralmente são delicados.\n- Folhas: alternas, com formato que tende ao cordado (em forma de coração) ou ovado; textura relativamente fina e verde. As folhas nascem ao longo do caule e são normalmente simples.\n- Flores: pequenas, pouco vistosas, de cor amarelada a esverdeada. A espécie é dióica (plantas masculinas e femininas separadas), ou seja, uma planta terá só flores masculinas ou só flores femininas.\n- Frutos e sementes: produz cápsulas secas que contêm sementes aladas, próprias para dispersão pelo vento.\n\nHabitat e ciclo de vida\n- Vive em matas, bordas de florestas, encostas rochosas e locais com alguma proteção contra sol muito forte. Prefere lugares com solo bem drenado e matéria orgânica.\n- É perene, com períodos visíveis de crescimento e dormência. Em épocas secas ou desfavoráveis, os caules podem secar e a planta subsistir pelo tubérculo.\n\nComo se reproduz\n- Sexualmente por sementes (difusão pelo vento) e vegetativamente pelo tubérculo, que pode brotar novas plantas ou ser dividido para propagação.\n- Polinização feita por insetos; a dispersão das sementes é facilitada por suas asas.\n\nUsos e cuidados\n- Ornamental: muito apreciada por colecionadores de plantas caudiciformes e suculentas pelo aspecto do tubérculo.\n- Medicinal/tradicional: alguns fungos e espécies de Dioscorea têm uso tradicional e podem conter compostos como diosgenina; porém, plantas do gênero podem ser tóxicas se consumidas sem preparo adequado. Não consuma sem orientação especializada.\n- Cultivo: gosta de meia-sombra a sombra dappled, substrato poroso e bem drenado, regas moderadas durante a fase de crescimento e redução de água na dormência. Sensível a geadas e encharcamento. Precisa de suporte ou de espaço para se enrolar se for cultivar o caule.\n\nPrecauções e conservação\n- Não é conhecida por ter nome popular no Brasil; informações locais podem ser escassas.\n- Algumas espécies de Dioscorea sofrem coleta excessiva em áreas nativas; verifique a situação de conservação local antes de coletar na natureza.\n- Evite ingestão sem conhecimento técnico; muitas Dioscorea contêm substâncias que exigem processamento para tornarem-se seguras.\n\nOnde buscar mais informações\n- Flora da região de origem (literatura sul-africana), bancos de dados botânicos e instituições de conservação para confirmar distribuição e status de conservação locais.\n\nSe quiser, posso:\n- Fornecer uma ficha técnica resumida para sua base de dados (tamanho, tipo de família, habitat, maneira de propagação).\n- Buscar referências bibliográficas ou links confiáveis sobre Dioscorea sylvatica. Qual prefere?","Resumo rápido\nDioscorea sylvatica é uma espécie de inhame/trepadeira sul-africana que forma um tubérculo/caudex pronunciado e brotos decíduos. Cultiva-se tanto como planta em vaso (caudiciforme) quanto no solo, sendo valorizada pelo tronco/tubérculo e pelas folhagens sazonais. Regras básicas: substrato muito bem drenado, luz forte a sol parcial, rega moderada na brotação e redução na dormência, sem geadas.\n\nPlantio\n- Material: pode usar tubérculo/caudex já formado, mudas ou sementes. Tubérculos ou mudas dão resultados mais rápidos.  \n- Substrato: mistura bem drenante — 50–70% mistura mineral (areia grossa, perlita, pedra-pomes) + 30–50% terra vegetal ou fibra de coco e um pouco de matéria orgânica. Evite solos argilosos e pesados.  \n- Vaso: escolha um vaso com boa drenagem. Muitas pessoas deixam parte do caudex exposto (efeito ornamental), mas pode ser plantado totalmente coberto.  \n- Profundidade: o tubérculo não deve ficar muito profundo (favorece apodrecimento). Enterre de modo que a coroa fique ligeiramente acima ou ao nível do substrato.  \n- Local (exterior): solo com excelente drenagem, sol da manhã e sombra à tarde em climas muito quentes. Proteja de ventos fortes.\n\nCuidados gerais\n- Luz: luz forte a pleno sol moderado. Em clima muito quente, proteja do sol intenso do meio-dia. Em interior, coloque em local muito iluminado ou com iluminação suplementar.  \n- Rega: durante a brotação/época de crescimento (primavera-verão no hemisfério sul) regue de forma regular, deixando o substrato secar parcialmente entre regas (top 2–3 cm). Evite encharcar. Ao entrar em dormência (folhas amarelam/caem), reduza drasticamente a água — regas esporádicas só para evitar ressecar demais o tubérculo.  \n- Temperatura: prefere clima ameno a quente. Não tolera geadas fortes; ideal entre ~10–25 °C. Proteja ou mova para local protegido se houver risco de temperaturas muito baixas.  \n- Umidade: tolera níveis moderados de umidade; não exige alta umidade relativa, mas ambiente seco extremo pode forçar estresse foliar.  \n- Adubação: durante o crescimento, aplicar fertilizante balanceado diluído (NPK 10-10-10 ou similar) a cada 4–6 semanas; pare ou reduza durante a dormência. Um fertilizante com fósforo e potássio moderado ajuda a formação de reserva no tubérculo.  \n- Suporte: se desejar, forneça tutor/treliça para as vinhas. Se cultivado principalmente pelo caudex, pode deixar sem suporte e podar brotos.\n\nPropagação\n- Por divisão de tubérculos: se o tubérculo tiver brotos/filhotes, é possível separar e replantar (cortar com ferramenta esterilizada e deixar cicatrizar).  \n- Por sementes: semear em substrato bem drenante, manter úmido e quente; germinação pode demorar e as plântulas crescem lentamente no início.  \n- Por estacas: alguns Dioscorea enraízam por estacas de caule, mas a propagação por caule pode ser menos comum que por tubérculo/semente.\n\nProblemas comuns e soluções\n- Apodrecimento do tubérculo (tubérculo mole, cheiro ruim): geralmente excesso de água/solo mal drenado. Retire do vaso, corte partes podres, deixe secar e replante em substrato drenante; reduzir regas.  \n- Folhas amarelando e caindo: pode ser dormência natural, excesso de água ou deficiência nutricional. Verifique estação e umidade do solo.  \n- Tubérculo enrugado/encolhido: falta de água durante crescimento; recomece regas regulares, sem encharcar.  \n- Pragas: pulgões, cochonilhas e caracóis/lesmas podem atacar; trate manualmente, com álcool 70% para cochonilhas ou com inseticida sistêmico/seletivo quando necessário.  \n- Doenças: fungos de solo em substratos muito úmidos — prevenção com drenagem e substrato limpo.\n\nDormência e calendário (Brasil / Hemisfério Sul)\n- Brotação e crescimento: primavera e verão — aumente regas e adubação.  \n- Dormência: outono/inverno — folhas amarelam e caem; reduzir rega e parar fertilização. Em regiões tropicais sem estação seca, a planta pode ter ciclo menos marcado.\n\nPrecauções\n- Toxicidade: muitas Dioscorea contêm compostos esteroidais (diosgenina) e algumas partes podem ser tóxicas se ingeridas; evite ingestão por crianças e animais domésticos.  \n- Manejo do caudex: se quer exibir o caudex, não cubra totalmente; mas atente à exposição excessiva que pode secar a superfície — regar moderadamente.\n\nDicas práticas rápidas\n- Substrato muito drenante + vaso com furos = prioridade.  \n- Regue menos quando as folhas caírem; regue mais quando brotar.  \n- Mantenha boa luminosidade para folhas saudáveis e formação do tubérculo.  \n- Replante a cada 2–4 anos para renovar substrato e avaliar saúde do tubérculo.\n\nSe quiser, posso:\n- Adaptar um cronograma de cuidados específico para sua cidade/ clima no Brasil (informe cidade/zoneamento de clima).  \n- Ajudar com receitas de substrato para vaso (com proporções detalhadas).","Dioscorea sylvatica: trepadeira bulbosa com caudex, folhas elegantes e jeito de enroscar — charmosa, misteriosa e perfeita para jardins curiosos.",[],[],[27],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":247},"69e8c13cef0a460022ac2af4","/uploads/images/plant-discover/1000055028-1776861498739.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"69e73f15e4b89d0022d7e0f5","Jeferson","https://lh3.googleusercontent.com/a-/ALV-UjVVTuZ1XDm2NYl8lmJM_earXBnSjj6V86F8GSp8zaU0L_Q9Bg=s96-c","Cruz das Almas","BA",[37,60,69,81,110,139,158,169,190,218],{"gbif_id":12,"specie_canonical_name":16,"images":38,"score":59},[39,43,46,49,53,56],{"url":40,"thumbnail":41,"citation":42},"https://bs.plantnet.org/image/o/083f829964c089e14924134815e8d86e33ed1304","https://bs.plantnet.org/image/m/083f829964c089e14924134815e8d86e33ed1304","Maarten Vanhove / Pl@ntNet, 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