[{"data":1,"prerenderedAt":272},["ShallowReactive",2],{"dianthus-barbatus":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"68cd6df6ddbd640021bb61bf","3085421","Dianthus barbatus L.","Cravina",[],"Dianthus barbatus","dianthus-barbatus","2025-09-19T14:51:35.251Z","2026-01-23T19:48:36.768Z","cravina-dianthus-barbatus","Cravina (Dianthus barbatus) — descrição simples e detalhada\n\nO que é\n- Dianthus barbatus, conhecida como cravina ou Sweet William, é uma planta herbácea do grupo dos cravos (família Caryophyllaceae). É muito usada em jardins por causa das flores vistosas e do fácil cultivo.\n\nAparência\n- Tamanho: 20–60 cm de altura, dependendo da variedade.\n- Folhas: verdes acinzentadas, em pares opostos, estreitas e lanceoladas.\n- Caule: ereto, muitas vezes ramificado no alto.\n- Flores: pequenas (≈1,5–2,5 cm), reunidas em cachos compactos (cimeiras ou umbrelas) nas extremidades. Podem ser vermelhas, rosa, brancas, roxas ou bicolores. Algumas variedades têm pétalas ligeiramente recortadas. Muitas têm perfume suave.\n- Raiz: fasciculada, não muito profunda.\n\nOrigem e distribuição\n- Nativa do sul e centro da Europa e partes da Ásia; cultivada e naturalizada em muitas regiões temperadas do mundo.\n\nCiclo de vida\n- Normalmente é bienal (desenvolve folhas no primeiro ano e floresce no segundo), mas existem variedades perenes ou que florescem no primeiro ano se cultivadas em estufas ou semeadas muito cedo.\n\nQuando floresce\n- Em clima temperado, floresce na primavera e início do verão. No hemisfério sul (ex.: Brasil), o pico costuma ser na primavera (setembro a novembro), variando conforme o clima local.\n\nSolo e clima\n- Solo: prefere solo bem drenado, fértil, com pH neutro a ligeiramente alcalino (cerca de 6,0–7,5).\n- Luminosidade: sol pleno a meia-sombra; em regiões quentes, benefícia de sombra parcial à tarde.\n- Temperatura: adapta-se a climas temperados; suporta geadas moderadas, mas sofre em verões muito quentes e úmidos.\n\nRega e nutrição\n- Rega: moderada. Evitar encharcamento, que causa apodrecimento das raízes. Regas mais frequentes em vasos e em períodos secos.\n- Adubação: enriquecimento com composto antes do plantio e fertilização balanceada na primavera para melhor floração.\n\nPlantio e espaçamento\n- Espaçamento: 15–25 cm entre plantas.\n- Profundidade de semeadura: cobrir levemente as sementes (≈0,5 cm).\n- Germinação: 7–14 dias em 15–20 °C. Para florescer na primeira temporada, semear cedo em ambiente protegido; para cultivo clássico, semear e manter como bienal.\n\nPropagação\n- Sementes: método mais comum e fácil.\n- Estacas: mudas por estaquia de bases no verão funcionam bem para variedades perenes.\n- Divisão: dividir touceiras na primavera, quando necessário.\n\nManutenção\n- Poda: remover as flores secas (deadhead) para prolongar a floração e evitar autossementeio excessivo.\n- Renovação: como muitas plantas são bienais ou curtas de vida, substituir plantas velhas a cada poucos anos mantém o canteiro bonito.\n- Boa circulação de ar ajuda a prevenir doenças fúngicas.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: pulgões, tripes, lesmas e caracóis (estes últimos especialmente em clima úmido).\n- Doenças: podridões de raiz se solo encharcado, oídio, botrytis e outras manchas fúngicas em ambientes muito úmidos.\n- Controle: evitar excesso de água, garantir espaçamento e usar controle físico/químico conforme necessidade.\n\nUsos\n- Ornamental: ideal para bordaduras, maciços, canteiros mistos.\n- Corte: cachos florais duram bem em arranjos de vaso.\n- Fauna: atrai abelhas e borboletas.\n- Outras: pétalas de algumas espécies de Dianthus são comestíveis e usadas como enfeite em saladas/bolos (consumir com cautela e só espécies identificadas como comestíveis).\n\nDicas práticas rápidas\n- Plante em local com boa drenagem e sol; em clima quente, dê sombra à tarde.\n- Semeie cedo se quiser florir no primeiro ano; caso contrário, trate como bienal.\n- Evite solo encharcado e faça controle de pulgões e lesmas.\n- Remova flores secas para incentivar nova floração e evitar autossementeio indesejado.\n\nSe quiser, posso sugerir variedades populares, indicar como colher para arranjos ou orientar um cronograma de semeadura adaptado ao seu clima local. Qual região você quer plantar?","Abaixo está um guia prático para plantar e cuidar da cravina (Dianthus barbatus, conhecida também por “sweet william”).\n\nResumo rápido\n- Tipo: geralmente bienal ou curto perene (algumas cultivares comportam-se como perenes).  \n- Altura: 30–60 cm (variações por cultivar).  \n- Exposição: sol pleno a meia-sombra (mínimo 4–6 h de sol).  \n-Solo: bem drenado, fértil, pH levemente ácido a neutro a ligeiramente alcalino (6,0–7,5).  \n-Clima: resistente (USDA aprox. zonas 3–9).  \n-Flores: primavera/início do verão; pode rebrotar com poda e boas condições.\n\nPlantio (sementes ou mudas)\n- Sementeira direta: semear na primavera, após risco de geadas, ou no final do verão/início do outono (método habitual para bienais — florescem na primavera seguinte). Semeie superficialmente, cobrindo levemente (0,3–0,7 cm). Espaçamento: 20–30 cm entre plantas.  \n- Sementeira em vasos (muda): iniciar 6–8 semanas antes da última geada em bandejas, manter temperatura 15–20 °C. Germina em 1–3 semanas. Fazer endurecimento antes de transplantar.  \n- Mudas/bulbos: plantar quando o solo estiver trabalhável; enterre na mesma profundidade do torrão.  \n- Profundidade/espac.: 0,5 cm para sementes; 20–30 cm entre plantas para boa circulação.\n\nSolo e drenagem\n- Fundamental: boa drenagem. Misture areia grossa ou perlita em solos muito argilosos.  \n- Não tolere encharcamento — provoca podridões nas raízes/coroa.  \n- Adicionar composto bem curtido melhora estrutura e nutrição sem exagerar em nitrogênio.\n\nLuz e localização\n- Sol pleno (6+ h) garante florada abundante e cores intensas. Em climas muito quentes, meia-sombra vespertina ajuda a reduzir estresse.  \n- Boa circulação de ar reduz doenças fúngicas.\n\nRega\n- Manter solo moderadamente úmido; evitar encharcar.  \n- Regar mais frequentemente em vasos ou em períodos secos (1–2x/semana, conforme clima).  \n- Regar ao nível da raiz; evitar molhar as folhas/inflorescências para prevenir fungos.\n\nFertilização\n- Aplicar fertilizante equilibrado de liberação lenta na primavera (ex.: 10-10-10) ou adubo orgânico leve.  \n- Reforçar com fertilizante “para flor” (um pouco mais de P) antes do período de floração.  \n- Evitar excesso de nitrogênio (promove folhagem à custa de flores e plantas “caídas”).\n\nPoda e manejo de flores\n- Pinçar pontas jovens para promover ramificação e mais flores.  \n- Remover flores murchas (deadhead) para prolongar a floração; se quiser sementes, deixe algumas flores secarem.  \n- Após floração, cortar talos florais para limpar a planta; pode-se podar mais forte para estimular rebrote.\n\nPropagação\n- Por sementes (método mais comum).  \n- Divisão de touceiras na primavera a cada 3–4 anos para rejuvenescimento (variedades perenes).  \n- Estacas de base no início da primavera também funcionam para algumas variedades.\n\nDoenças e pragas\n- Pragas: pulgões, lesmas/ caracóis, tripes. Controle com água em jato, sabão inseticida, controle físico ou iscas para lesmas.  \n- Doenças: podridão das raízes/coroa (por excesso de água), oídio, botrytis, ferrugem. Prevenir com boa drenagem, espaçamento para ventilação, evitar molhar folhagem e retirar plantas doentes. Fungicidas quando necessário.  \n- Rotação de cultivo e solo bem drenado reduzem problemas fúngicos.\n\nCuidados de inverno\n- Em regiões frias, proteger com cobertura leve de palha/mulch para evitar heaving e congelamento.  \n- Muitas variedades são rústicas; em locais muito frios, pode ser tratado como planta bienal.\n\nCultivo em vasos\n- Use substrato leve e bem drenante; vaso com furos.  \n- Rega e fertilização mais frequentes do que em canteiro.  \n- Plantas muito altas podem precisar de tutoramento.\n\nDicas adicionais\n- Cravinas atraem abelhas e borboletas — boas para jardins polinizadores.  \n- Evitar solos muito ricos para evitar crescimento fraco e hastes instáveis.  \n- Para flores contínuas, plantar em sucessão ou escolher cultivares com rebrote.\n\nSe quiser, posso:\n- Sugerir um cronograma de plantio adaptado ao seu clima/cidade.  \n- Indicar doses de fertilizante e calendário de regas mais precisos conforme o volume do vaso ou tipo de solo.","Cravina (Dianthus barbatus): buquê vibrante em tufo, flores perfumadas que atraem borboletas e abelhas — cores intensas e charme de jardim antigo.",[],[],[27],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":271},"68cd6defddbd640021bb61ac","/uploads/images/plant-discover/96b7e484-a36b-422e-9500-4d321cd9a1ed6223913939461608932-1758293485884.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"65e346d4d114bb00541c3927","A essência Do EVANGELHO","https://lh3.googleusercontent.com/a/ACg8ocKq94A4kMnYunlnSl7KQTeGeuRl8ZA9t9Zgn3ANvmrSfi0Y=s96-c","Una","BA",[37,64,94,119,147,156,186,207,230,246],{"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"images":38,"score":63},[39,43,47,51,55,59],{"url":40,"thumbnail":41,"citation":42},"https://bs.plantnet.org/image/o/723748fe46be00f6fbd67478520c840879b3b275","https://bs.plantnet.org/image/m/723748fe46be00f6fbd67478520c840879b3b275","joey chalice / Pl@ntNet, 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