[{"data":1,"prerenderedAt":232},["ShallowReactive",2],{"camphora-officinarum":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":58,"slug":59,"description":60,"planting_instructions":61,"short_description":62,"cover":63,"comments":64,"conversations":65,"plantDiscovers":66},"6a6fa084a05adb00229e8bde",[],[],[],[],[],"7357147","Camphora officinarum Nees","canforeira",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604619561/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604619654/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605030228/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605030229/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605030234/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605185640/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605185655/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610311897/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608616554/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608616572/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607786036/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608349544/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608349562/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608349577/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608349597/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607992924/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607992938/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607992947/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607789762/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607789770/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607789779/original.jpg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607263569/original.jpg","Camphora officinarum","camphora-officinarum","Nome e classificação\n- Nome comum: canforeira, louro-de-cânfora, camphor tree (inglês).\n- Nome científico atual: Cinnamomum camphora (L.) J.Presl. A forma antiga Camphora officinarum aparece em textos mais velhos como sinônimo.\n- Família: Lauraceae (a mesma de louros e canelas).\n\nDescrição geral (linguagem simples)\n- Tipo: árvore perene, de copa arredondada e folhada o ano todo.\n- Tamanho: pode atingir 10–30 m de altura em boas condições; tronco pode ficar grosso (às vezes mais de 1 m de diâmetro).\n- Casca: geralmente rugosa, cinza‑acastanhada; ao machucar, libera um cheiro aromático.\n- Folhas: simples, alternas, brilhantes, coriáceas; formato oval a lanceolado, normalmente 6–12 cm de comprimento. Ao amassar a folha sente‑se cheiro forte e característico de cânfora.\n- Flores: pequenas, pouco vistosas, de cor esbranquiçada a amarelada, agrupadas em panículas (ramificações de florzinhas). Florescem na primavera em climas temperados/subtropicais.\n- Frutos: drupas pequenas, arredondadas, escurecem até ficar pretas; atraem aves que dispersam as sementes.\n\nComposição química e variações\n- A canforeira tem diferentes “quimotipos” (variedades químicas): tipo cânfora (rico em cânfora), tipo linalol (rico em linalol, usado para fragrâncias) e tipo borneol, entre outros. No tipo cânfora, o óleo essencial pode conter até dezenas de porcento de cânfora.\n- Óleo essencial: usado historicamente para extrair cânfora (cristais) e em produtos aromáticos e medicinais — com restrições por toxicidade.\n\nOnde vive e distribuição\n- Origem: sul da China, Japão, Coreia e Taiwan.\n- Hoje: amplamente cultivada em muitas regiões tropicais e subtropicais do mundo; naturalizada e invasiva em áreas como sudeste dos EUA, Havaí, Austrália e partes do Mediterrâneo.\n- Habitat: prefere climas quentes a subtropicais, solos bem drenados e locais com boa luz (meia‑sombra a pleno sol). Suporta solos pobres, mas cresce melhor em solos férteis e úmidos.\n\nUsos\n- Produção de cânfora: historicamente usado para obter cânfora sólida e óleo de cânfora.\n- Medicinal e popular: uso tópico em pomadas e inalações para aliviar dores musculares e congestão (uso tradicional). Hoje há restrições e cuidados porque o cânfora pode ser tóxico se ingerido ou aplicado em excesso.\n- Ornamental: planta de sombra e avenida por seu porte e aroma.\n- Madeira: usada localmente para móveis e esculturas (madeira aromática e relativamente resistente).\n- Outros: repelente de traças e insetos, óleos para perfumaria (especialmente dos quimotipos linalol).\n\nCultivo e propagação (dicas simples)\n- Propagação: por sementes (atrativas para aves) ou estaquia. Sementes germinam melhor frescas; aves facilitam dispersão natural.\n- Solo e clima: prefere clima quente/subtropical, solos bem drenados; tolera pouca seca e algum frio leve, mas geadas fortes prejudicam.\n- Espaçamento e poda: precisa de espaço para desenvolver copa; pode ser podada para manejo urbano, mas pupos severas podem reduzir o vigor ou causar resinosidade.\n\nInterações ecológicas e impactos\n- Polinizadores: insetos visitam as flores; frutos são consumidos por aves que dispersam sementes.\n- Invasividade: em áreas fora de sua origem a canforeira forma povoamentos densos que podem competir com espécies nativas, alterar o sotobosque e afetar a biodiversidade. Em alguns locais é considerada espécie invasora e controlada por arranque, corte e aplicação de herbicida.\n- Efeitos no solo: as folhas aromáticas podem influenciar a decomposição e a regeneração de plantas sob a copa.\n\nPragas, doenças e cuidados\n- Geralmente resistente, mas pode ter problemas com cochonilhas, fungos em condições muito úmidas e ataques de pragas comuns em áreas urbanas.\n- Requer monitoramento em plantações e ações de controle quando se torna invasiva.\n\nPrecauções e toxicidade\n- O óleo e a cânfora são tóxicos se ingeridos em quantidade (podem causar náusea, convulsões e outras reações). Não é recomendado o uso interno sem orientação profissional.\n- Deve‑se ter cuidado com aplicações em crianças e bebês — muitos produtos com cânfora são contraindicados para menores.\n\nCuriosidades\n- A cânfora foi muito valorizada historicamente para medicina, embalsamamento, repelentes e uso industrial.\n- A mesma espécie tem diferentes usos segundo o quimotipo: algumas são cultivadas para fragrâncias (linalol), outras para produção de cânfora (alto teor de cânfora).\n\nSe quiser, posso:\n- Enviar fotos ou desenhos das folhas, flores e fruto;\n- Sugerir manejo para cultivo em jardim;\n- Listar medidas de controle onde ela é invasiva.","A “canforeira” conhecida na literatura como Camphora officinarum é hoje tratada como Cinnamomum camphora — a camfoureira ou camphor tree. É uma árvore aromática, de crescimento rápido e porte grande, usada como ornamental e fonte de óleo de cânfora. Abaixo segue um guia prático de plantio e cuidados.\n\nResumo das condições ideais\n- Clima: temperado quente a subtropical; sensível a geadas fortes. USDA zones aproximadas: 9–11.\n- Luminosidade: pleno sol a meia-sombra (melhor em sol pleno para copa densa).\n- Solo: fértil, profundo, bem drenado; adapta-se a vários tipos, prefere ligeiramente ácido a neutro.\n- Água: moderada; jovem precisa de regas regulares, estabelecida tolera certa seca.\n- Espaçamento: 8–15 m (pode atingir 15–25 m de altura e porte amplo).\n- Observações legais/ecológicas: espécie invasora em algumas regiões (Austrália, partes dos EUA, Havaí). Verifique restrições locais antes de plantar.\n\nPlantio\n1. Local: escolha local distante de calçadas, fundações e redes subterrâneas (sistema radicular pode ser vigoroso).\n2. Época: prefira primavera ou início do outono (quando risco de estresse por frio é menor).\n3. Preparação do buraco: cave um buraco 2–3 vezes mais largo que o torrão e da mesma profundidade.\n4. Solo: misture terra com composto orgânico bem decomposto para melhorar estrutura e fertilidade; evite solo encharcado.\n5. Plantio: coloque a muda com o colo no nível do solo, preencha e compacte levemente. Forme uma leve bacia ao redor para concentrar água.\n6. Mulching: aplique 5–8 cm de cobertura orgânica (palha, casca) mantendo 5–10 cm livre do tronco para evitar apodrecimento.\n\nPropagação\n- Sementes: use sementes frescas; lave, deixe de molho 24 h e semeie em substrato bem drenado. Germinam em semanas a alguns meses; germinação irregular.\n- Estacas/estaquia: estacas semilenhosas com hormônio enraizador têm boa taxa de sucesso em ambiente controlado (misting/bottom heat).\n- Estaquia aérea (air-layering): método eficaz para copiar características da planta-mãe.\n- Enxertia: usada comercialmente para cultivar variedades específicas.\n\nRega\n- Mudas/jovens: regas regulares (manter solo levemente úmido). Em clima quente, 1–2 regas profundas por semana.\n- Plantas estabelecidas: regas profundas esporádicas (a cada 1–2 semanas) durante seca prolongada.\n- Evite encharcamento (raiz sensível a podres em solo mal drenado).\n\nAdubação\n- Jovens: alimentar na primavera com adubo equilibrado de liberação controlada (ex.: 10-10-10) conforme orientação do fabricante.\n- Estabelecidas: 1–2 aplicações por ano (primavera e, se desejado, verão). Fazer análise de solo para dosagens precisas.\n- Complementar com composto orgânico ao redor da área radicular anualmente.\n\nPoda e formação\n- Poda de formação nos primeiros anos para estruturar copa.\n- Poda de limpeza para retirar galhos mortos, doentes ou que cruzem.\n- Evitar podas muito drásticas; a árvore tolera, mas responde com brotações vigorosas.\n- Melhor época: final do inverno/início da primavera (antes do crescimento ativo).\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: cochonilhas, pulgões, mosca-branca, percevejos e bicho-furadores (em algumas regiões). Controle com inspeção, joaninhas/controle biológico, ou tratamentos químicos conforme necessidade.\n- Doenças: podridão radicular em solos encharcados, manchas foliares e fumagina associada a secreções de infestantes (cochonilhas/pulgões).\n- Manejo: rega apropriada, boa circulação de ar, remoção de partes infectadas, tratamento de pragas quando necessário.\n\nCuidados especiais e riscos\n- Porte grande: não plantar perto de redes elétricas, encanamentos e estruturas.\n- Invasividade: em zonas onde é invasiva, pode se espalhar por sementes; evitar plantio e favor promover espécies nativas.\n- Toxicidade: cânfora é tóxica em ingestão; cuidado com crianças e animais — o óleo e partes da planta podem causar intoxicação.\n- Cheiros fortes: o odor de cânfora é marcante; pode incomodar em áreas residenciais densas.\n\nUso e colheita\n- Folhas, madeira e raízes tradicionalmente usadas para extração de óleo de cânfora por destilação (processos industriais/assentados exigem equipamento e atenção a regulamentações).\n- Madeira usada como ornamental/árvore de sombra; valor ecológico varia por região.\n\nCheck-list rápido para os primeiros 2 anos\n- Plantio em local adequado, solo bem drenado.\n- Regar profundamente 1–2 vezes por semana (ajustar conforme clima).\n- Mulch para conservar umidade e controlar ervas daninhas.\n- Adubar levemente na primavera após o primeiro ano.\n- Formar a copa com podas leves no inverno.\n- Monitorar pragas/doenças mensalmente.\n\nSe quiser, posso:\n- Adaptar recomendações ao seu clima/região (cite cidade/estado).\n- Passo a passo detalhado para propagação por semente, estaca ou estaquia aérea.\n- Indicar variedades/alternativas nativas caso haja restrições de cultivo na sua área.","Canforeira (Camphora officinarum): árvore perene de folhas brilhantes e aroma de cânfora — madeira aromática, remédio tradicional e repelente natural!","/uploads/species_cover/camphora-officinarum.webp",[],[],[67],{"_id":68,"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":58,"image":69,"user":70,"results":76,"createdAt":231},"6a6fa07d77658859f1000000","/uploads/images/plant-discover/1785700477842-60420116.jpg",{"_id":71,"city":72,"name":73,"picture":74,"uf":75},"658af10220ae5f0056aaa43e","Cariacica","Ygor Souza","","ES",[77,92,110,128,145,161,179,196,214],{"gbif_id":78,"specie_canonical_name":79,"images":80,"score":91},"2885311","Manilkara mochisia",[81,85,88],{"url":82,"thumbnail":83,"citation":84},"https://bs.plantnet.org/image/o/5739a9ec2f2e92f46a70371c9bdf265f8c4dd508","https://bs.plantnet.org/image/m/5739a9ec2f2e92f46a70371c9bdf265f8c4dd508","Susan Brown / Pl@ntNet, 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