[{"data":1,"prerenderedAt":252},["ShallowReactive",2],{"atropa-belladonna":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"6947dd080c0b8d00223af3e7","3802655","Atropa belladonna L.","beladona",[],"Atropa belladonna","atropa-belladonna","2025-12-21T11:42:06.298Z","2025-12-21T11:43:23.917Z","beladona-atropa-belladonna","Atropa belladonna — conhecida como beladona ou “deadly nightshade” — é uma planta perene notória por sua beleza e forte toxicidade. A seguir estão as informações principais, em linguagem simples.\n\nDescrição e identificação\n- Aparência: arbusto herbáceo que pode atingir 0,5–1,5 m de altura. Haste ereta, às vezes com tons arroxeados.  \n- Folhas: grandes, ovais, alternas, lisas, verdes; até 10–20 cm de comprimento.  \n- Flores: em forma de sino, solitárias ou aos pares, cor roxa-púrpura (às vezes esverdeadas), cerca de 2–3 cm. Floresce geralmente entre junho e agosto.  \n- Frutos: bagas arredondadas, brilhantes e pretas quando maduras, do tamanho de uma cereja. São atraentes, mas extremamente venenosas.  \n- Raiz: grande e carnosa, também muito tóxica.\n\nOnde cresce\n- É nativa da Europa, norte da África e oeste da Ásia, e pode naturalizar-se em outras regiões.  \n- Prefere locais sombreados ou semi-sombreados, bordas de bosques, terrenos calcários e solos bem drenados.\n\nQuímica e toxicidade\n- Contém alcaloides tropânicos como atropina, escopolamina (hioscina) e hiosciamina.  \n- Todas as partes da planta são venenosas — folhas, raízes, caules, flores e bagas. As bagas são atraentes e têm sabor doce, o que aumenta o risco de ingestão por crianças e animais.  \n- A quantidade de toxina varia conforme a estação e a parte da planta; raízes e folhas costumam ter concentrações altas.\n\nSintomas de envenenamento\n- Os sinais começam geralmente em minutos a poucas horas após a ingestão.  \n- Sintomas comuns: boca seca, dificuldade para engolir, visão turva e pupilas dilatadas, sensibilidade à luz, pele quente e seca, rubor, taquicardia (batimento cardíaco acelerado), confusão, alucinações, agitação.  \n- Em casos graves: convulsões, coma, colapso respiratório e morte.\n\nPrimeiros socorros e condutas importantes\n- Procure atendimento médico imediato ou contate o centro de intoxicações local. Leve, se possível, uma amostra da planta.  \n- Não tente preparar remédios ou extratos caseiros. Não administre antídotos ou substâncias sem orientação médica.  \n- Se a pessoa estiver consciente e alerta, os profissionais de saúde podem orientar sobre medidas; se inconsciente, não oferecer líquidos e posicionar de lado.  \n- Em ambiente doméstico, mantenha crianças e animais longe da planta.\n\nUsos medicinais (histórico e atual)\n- Historicamente a beladona foi usada para dilatar pupilas (uso cosmético — daí “belladonna” = “bela senhora”), para relaxar espasmos e como sedativo.  \n- Compostos isolados (como a atropina e a escopolamina) têm uso farmacêutico controlado: a atropina é usada em emergências médicas (por exemplo, em certas bradicardias) e a escopolamina em formas controladas para náusea e movimentos, entre outros usos.  \n- Esses usos são sempre em doses controladas e produzidos farmacêuticamente; a planta inteira não deve ser usada como remédio caseiro.\n\nCultivo e manejo (com cautela)\n- Pode ser cultivada a partir de sementes em solo bem drenado e local sombreado, mas exige muito cuidado devido à toxicidade.  \n- Evite plantar em locais acessíveis a crianças ou animais. Use luvas ao manusear e retire prontamente frutos e folhas caídas.  \n- Em locações naturais, não é recomendável manipular nem ingerir partes da planta.\n\nEspécies parecidas e confusões\n- Algumas bagas pretas de outras Solanaceae (como Solanum nigrum, “black nightshade”) podem parecer semelhantes; porém, espécies diferentes têm níveis variados de toxicidade. Por segurança, trate bagas selvagens não identificadas como perigosas.\n\nResumo e alerta final\n- A beladona é uma planta vistosa e historicamente importante, mas potencialmente letal. Todas as partes são venenosas; mantenha distância, especialmente se houver crianças ou animais por perto. Em caso de ingestão, procure ajuda médica imediata e contate o centro de controle de intoxicações.","Aviso importante: Atropa belladonna (beladona) é uma planta altamente tóxica — todas as partes (folhas, bagas, raízes, caules) contêm alcaloides potentes (p.ex. atropina, escopolamina). Não consuma, mantenha fora do alcance de crianças e animais, use luvas ao manusear e marque bem a planta no jardim. Verifique leis locais sobre cultivo (algumas regiões regulam plantas tóxicas). Em caso de ingestão, procure assistência médica imediata ou ligue para o centro de intoxicações.\n\nResumo de cultivo e cuidados\n- Local e luz: prefere sombra parcial a sombra densa (floresce bem com luz filtrada). Evitar sol forte em climas quentes.\n- Solo: fértil, profundo, bem drenado, com boa matéria orgânica; tende a gostar de solos neutros a ligeiramente alcalinos. Mantém-se melhor em solos frescos e úmidos, não encharcados.\n- Clima / rusticidade: planta de clima temperado; cresce bem em regiões temperadas (aprox. USDA zones 5–9), mas adapte conforme sua zona local.\n- Tamanho: geralmente 1–2 m de altura; porte arbustivo/escaposo. Espaçamento 60–90 cm entre plantas.\n\nPropagação\n- Sementes: método mais comum. Sementes germinam lentamente e frequentemente precisam de estratificação a frio. Procedimento típico:\n  1. Misture as sementes com um pouco de areia úmida e coloque em saco plástico na geladeira por 6–12 semanas (estratificação).\n  2. Semeie no início da primavera em bandejas com substrato leve, cobrindo levemente (ou apenas pressionando as sementes no substrato).\n  3. Mantenha substrato úmido e temperatura fresca (10–18 °C). A germinação é irregular; pode levar semanas.\n  4. Transplante mudas ao ar livre quando estiverem fortes e sem risco de geada.\n- Estacas: pode-se tentar estacas semi-maduras no verão; enraizamento é possível, mas menos comum que por sementes.\n- Divisão: em plantas maduras, brotações podem ser separadas no início da primavera.\n\nPlantio\n- Hora: plantar mudas na primavera após risco de geadas.\n- Preparação: incorpore composto bem decomposto ao buraco. Evite solos compactados.\n- Profundidade: plante à mesma profundidade do vaso/muda. Regue bem após o plantio.\n\nRega e fertilização\n- Rega: manter solo moderadamente úmido; não deixe secar completamente. Evitar encharcamento.\n- Adubação: aplicação moderada de composto ou fertilizante equilibrado na primavera; demais adubações leves ao longo da estação de crescimento.\n\nPoda e manutenção\n- Poda: remover ramos danificados e flores e bagas indesejadas para reduzir risco de acesso por crianças/animais. Pode-se podar de limpeza no fim do inverno/início da primavera.\n- Controle de espalhamento: planta pode formar touceiras; arrancar rebentos indesejados.\n\nPragas e doenças\n- Pragas: afídeos, lesmas e caracóis podem atacar; controle conforme necessário.\n- Doenças: fungos em condições de excesso de umidade; boa drenagem e circulação de ar ajudam.\n\nCultivo em vaso\n- Use vaso grande e substrato rico; regue regularmente. Mais fácil controlar acesso de crianças/animais se em área fechada.\n\nSegurança e descarte\n- Use luvas ao podar e ao manusear solo/plantas; lave as mãos após. Evite que as bagas sejam alcançadas por crianças/animais.\n- Etiquete claramente a planta.\n- Resíduos: não composte em pilhas caseiras onde crianças/animais possam acessar—siga as normas locais para descarte de material tóxico; em dúvida, queime ou elimine conforme regulamentos locais.\n\nSinais de intoxicação (procure ajuda médica imediata)\n- Sintomas: boca seca, pupilas dilatadas, visão embaçada, pele quente e ruborizada, taquicardia, alucinações, desorientação, náusea, vômito, convulsões, coma.\n- Ação: leve a pessoa ao pronto-socorro ou contate o centro de intoxicações; leve amostra da planta se possível.\n\nObservações finais\n- Nunca utilize beladona para fins medicinais caseiros — a margem entre dose terapêutica e letal é pequena. Se for cultivá-la por interesse botânico, mantenha controles rígidos de segurança e informação para quem frequenta o local.\n\nSe quiser, posso enviar um passo a passo detalhado para semear em bandejas (tempos, mistura de substrato) ou um checklist de segurança para jardins com plantas tóxicas. Qual prefere?","Beladona: flor roxa, bagas brilhantes e charme mortal — linda, perigosa e com um nome de vilã.",[],[],[27],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":251},"6947dd030c0b8d00223af3e3","/uploads/images/plant-discover/temp_image-1766317312958.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"64e8a3611a2f3b005cf5de9b","paulo galeano","https://lh3.googleusercontent.com/a/AAcHTtfpWbdY97oIbu-QkQ3UYEncCr0pD0NHbnPG1dNk4lRgoX0=s96-c","Natividade da Serra","SP",[37,65,95,104,117,138,147,177,207,222],{"gbif_id":12,"specie_canonical_name":38,"images":39,"score":64},"Atropa bella-donna",[40,44,48,52,56,60],{"url":41,"thumbnail":42,"citation":43},"https://bs.plantnet.org/image/o/c7bf3008288b9e1d59e71b7fd3d5bf37ec12481d","https://bs.plantnet.org/image/m/c7bf3008288b9e1d59e71b7fd3d5bf37ec12481d","Laurent RICHIN − Tela Botanica / Pl@ntNet, 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