[{"data":1,"prerenderedAt":235},["ShallowReactive",2],{"asclepias-incarnata":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"698270bab58edd00239881fe","3170266","Asclepias incarnata L.","erva-de-leite",[],"Asclepias incarnata","asclepias-incarnata","2026-02-03T22:03:46.668Z","2026-02-03T22:05:06.679Z","erva-de-leite-asclepias-incarnata","Nome comum: erva-de-leite, também conhecida por swamp milkweed (em inglês).\nNome científico: Asclepias incarnata L.\nFamília: Apocynaceae (antes classificada em Asclepiadaceae).\n\nOrigem e habitat\n- Nativa do leste da América do Norte.\n- Cresce naturalmente em áreas húmidas: margens de riachos, charcos, pântanos e prados alagadiços.\n- Ideal para jardins de chuva, bordaduras húmidas e zonas pantanosas.\n\nDescrição geral (linguagem simples)\n- Porte: planta herbácea, geralmente 60–120 cm de altura (pode chegar a 150 cm em solos ricos e húmidos).\n- Folhas: opostas, estreitas e lanceoladas; verdes e sem muitos pelos.\n- Caule: ereto, firme, com seiva leitosa quando cortado (daí o nome “erva-de-leite”).\n- Flores: agrupadas em cachos no topo; pequenas, aromáticas, de cores que variam do rosa claro ao rosa-escuro/roxo. Florescem no verão (geralmente junho a agosto, dependendo do clima).\n- Frutos e sementes: após a floração surgem folículos (espécie de vagens) que, ao secarem, abrem e libertam sementes com penugem esbranquiçada que o vento dispersa.\n\nImportância ecológica\n- É planta hospedeira para as lagartas da borboleta-monarca (Danaus plexippus) e de outras espécies de rãsidos (milkweed-feeding butterflies).\n- Fonte rica de néctar para abelhas, borboletas, moscas e beija-flores.\n- A seiva contém cardenolídeos (glicósidos cardíacos) que tornam as lagartas e borboletas menos palatáveis a predadores — por isso é importante para a cadeia ecológica.\n\nComo plantar e cuidar (dicas práticas)\n- Solo: prefere solos constantemente húmidos ou mesmo encharcados; tolera solos ricos em matéria orgânica. Não é boa opção para vasos muito secos.\n- Luz: sol pleno a meia-sombra; floresce melhor com bastante luz.\n- Rega: mantém-se bem em locais molhados; regue regularmente até estar estabelecida. Não tolera seca prolongada.\n- Espaçamento: plante a cada 40–60 cm para formar touceiras.\n- Fertilização: pouca necessidade; solo rico em matéria orgânica ajuda, mas adubo forte não é necessário.\n- Hardiness: normalmente indicada para zonas frias a temperadas (nos EUA, por exemplo, é resistente em muitas zonas – consulte mapas locais de zonas de rusticidade).\n\nPropagação\n- Sementes: requerem estratificação a frio (um período de frio) para germinar bem; semeie no outono ou estratifique artificialmente por algumas semanas.\n- Divisão: pode-se dividir touceiras na primavera para multiplicar plantas já estabelecidas.\n\nPoda e manejo\n- Remova flores murchas se não quiser que se espalhe por sementes; se quiser apoiar borboletas, deixe algumas vagens até que abram naturalmente no outono.\n- Corte o caule ao nível do solo no final do inverno ou início da primavera para estimular novo crescimento.\n- Em áreas de cultivo fora da sua região nativa, evite que se transforme em planta invasora — monitore a auto-sementeira.\n\nPragas e doenças\n- Pode ser atacada por afídeos (especialmente o “milkweed aphid”), besouros e larvas específicas.\n- Pode sofrer manchas foliares e ferrugem; em solos mal drenados e com estagnação excessiva pode haver podridão de raízes.\n- Em geral é de fácil cultivo se o local for adequado (úmido e com boa circulação de ar).\n\nToxicidade e precauções\n- Toda a planta contém seiva leitosa com compostos tóxicos (glicósidos cardíacos). Ingerida em grande quantidade pode ser tóxica para humanos, cães, gatos e especialmente para o gado.\n- Evite ingestão e contato prolongado com a seiva em feridas; lave as mãos após manusear.\n- Apesar da toxicidade, é segura como planta ornamental em jardins se usada com cuidado e fora do alcance de crianças e animais de grande porte.\n\nUsos\n- Ornamental: apreciada por suas flores rosadas e por atrair polinizadores.\n- Ecológico: planta importante para programas de conservação da borboleta-monarca e para aumentar a biodiversidade em jardins.\n\nObservações finais\n- Se o objetivo é ajudar monarcas, Asclepias incarnata é uma ótima escolha por ser nativa (no seu local de origem) e por preferir ambientes húmidos. Em regiões fora de sua área nativa, prefira espécies locais de Asclepias para evitar impactos ecológicos negativos.\n- Planta versátil para jardins úmidos, fácil de manter se receber água suficiente e espaço para crescer.","Aqui está um guia prático e direto sobre como plantar e cuidar da erva-de-leite (Asclepias incarnata), conhecida também como swamp milkweed — planta nativa que atrai polinizadores (especialmente borboletas-monarca).\n\nResumo rápido\n- Altura: 60–120 cm (2–4 ft).  \n- Zona de rusticidade: aproximadamente USDA 3–8.  \n- Floração: verão até início do outono (junho-setembro, dependendo da região).  \n- Preferência: sol pleno a meia-sombra, solo constantemente úmido a encharcado.  \n- Observação: toda a planta contém látex tóxico (glicosídeos cardíacos) — evitar ingestão e ter cuidado ao manusear.\n\nLocal e solo\n- Luz: pleno sol (6+ horas/dia) dá mais flores; tolera meia-sombra.  \n- Solo: prefere solo fresco a úmido, até encharcado; argilosos ou ricos em matéria orgânica funcionam bem. Não é indicada para solos secos e bem drenados.  \n- pH: neutro a ligeiramente ácido (~5,5–7,5).\n\nPlantio\n- Época: primavera ou outono. Semear no início da primavera após estratificação, ou semear ao ar livre no outono (germina com frio natural).  \n- Sementes: recomendada estratificação fria (30–60 dias em meio úmido na geladeira a ~4 °C) para melhorar a germinação. Semeie superficialmente (2–6 mm de cobertura).  \n- Mudas: transplante mudas/plugues na primavera após risco de geadas. Espaçamento: 30–60 cm entre plantas.  \n- Plantio de rizoma/divisão: pode dividir touceiras na primavera para propagar.\n\nRega\n- Manter o solo constantemente úmido, especialmente durante estabelecimento e floração.  \n- Em canteiro: rega profunda semanal se chuva insuficiente (mais frequente em vaso).  \n- Não tolera secas prolongadas bem; mas suporta solos alagados.\n\nAdubação e substrato\n- Pouca adubação necessária. Aplicar composto/matelado no plantio e cobertura leve de composto na primavera.  \n- Evitar excesso de nitrogênio (poucas flores se houver muito nitrogênio).\n\nPoda e manutenção\n- Remova flores secas se não quiser sementes (impede auto-sementeiras). Se deseja propagar/ajudar a fauna, deixe as cápsulas formarem e secarem.  \n- Corte os caules a 10–15 cm do solo no final do outono ou no fim do inverno antes da brotação, para remover tecido doente e estimular crescimento novo. Se houver borboletas adultas ou abrigos, deixe algumas hastes até o fim do inverno.  \n- Divida touceiras muito densas na primavera para renovar.\n\nPragas e doenças\n- Pragas comuns: pulgões (Aphis nerii, pulgão-das-oleandras), percevejos do leite, besouros. Controle preferencialmente mecânico (jatos de água) ou sabão inseticida; evite inseticidas sistêmicos/neonicotinóides (prejudicam polinizadores e lagartas‑monarca).  \n- Doenças: podridão radicular em solos mal drenados (raramente, já que gosta de umidade), manchas foliares, míldio/pó branco. Boa circulação de ar e evitar molhar excessivamente as folhas ajuda. Remova partes muito afetadas.\n\nPropagação\n- Sementes (estratificação recomendada), divisão de touceiras na primavera, e às vezes estacas herbáceas no fim da primavera. Sementes conservam-se bem; cápsulas maduras liberam sementes aladas que voam com o vento.\n\nFauna e polinização\n- Atração de borboletas (especialmente monarcas), abelhas e outros polinizadores. Serve de planta alimentícia para lagartas-monarca. Evite aplicar inseticidas que prejudiquem essas espécies.\n\nToxicidade e segurança\n- Toda a planta tem um látex leitoso e composto tóxico; pode causar irritação na pele e problemas se ingerida. Use luvas ao podar e mantenha afastada de crianças e animais domésticos.\n\nDicas práticas\n- Plante em bordas de lagoas, áreas pantanosas, valas ou canteiros que retenham umidade.  \n- Em vasos, mantenha solo sempre úmido e escolha um vaso profundo.  \n- Se quiser muitos exemplares, deixe algumas plantas sem podar para que produzam sementes no outono.\n\nSe quiser, posso:\n- Sugerir uma ficha técnica para sua base de dados (campos: altura, solo, zona, floração, toxicidade, pragas, etc.).  \n- Enviar instruções passo a passo para semear a partir de sementes (com tempos e temperaturas de estratificação).","Erva-de-leite (Asclepias incarnata): flores rosas perfumadas que atraem borboletas — larvas de monarca adoram! Gosta de solo úmido; tem seiva leitosa.",[],[],[27],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":234},"698270b3b58edd00239881fa","/uploads/images/plant-discover/temp_image-1770156208605.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"63b4a59d5f577b005c869d38","Paulinho Pereira Pereira","https://lh3.googleusercontent.com/a/AEdFTp69Pc0QeZEmMd4dotwxehuKZd8L9xM26JA52TDy=s96-c","Cruz das Almas","BA",[37,64,85,94,120,145,154,163,185,206],{"gbif_id":12,"specie_canonical_name":16,"images":38,"score":63},[39,43,47,51,55,59],{"url":40,"thumbnail":41,"citation":42},"https://bs.plantnet.org/image/o/255a68417c6a81ff9eeba5b921384f8048ba3b49","https://bs.plantnet.org/image/m/255a68417c6a81ff9eeba5b921384f8048ba3b49","Crystal Blass / Pl@ntNet, 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