[{"data":1,"prerenderedAt":237},["ShallowReactive",2],{"acalypha-alopecuroidea":3},{"popular_names":4,"types":5,"categories":6,"cycles":7,"stratums":8,"is_public":9,"cover_index":10,"revised":9,"_id":11,"gbif_id":12,"scientific_name":13,"name":14,"pictures":15,"canonical_name":16,"slug":17,"createdAt":18,"updatedAt":19,"search_slug":20,"__v":10,"description":21,"planting_instructions":22,"short_description":23,"comments":24,"conversations":25,"plantDiscovers":26},[],[],[],[],[],false,0,"6988ac11edff24002201e84e","6374020","Acalypha alopecuroidea Jacq.","Paritária branca",[],"Acalypha alopecuroidea","acalypha-alopecuroidea","2026-02-08T15:30:26.290Z","2026-02-08T15:31:39.099Z","paritaria-branca-acalypha-alopecuroidea","Nome comum: Paritária‑branca\nNome científico: Acalypha alopecuroidea Müll.Arg.\nFamília: Euphorbiaceae\n\nDescrição geral (linguagem simples)\n- Tipo de planta: é um arbusto ou subarbusto típico de regiões tropicais e subtropicais.\n- Porte: geralmente cresce como planta ereta, muitas vezes entre cerca de 0,5 m até 1–2 m de altura (varia com o local e as condições de crescimento).\n- Tronco e ramos: ramos finos, às vezes um pouco lenhosos na base; superfície normalmente lisa.\n\nFolhas\n- Disposição: alternas.\n- Forma: geralmente ovadas a lanceoladas, com base arredondada ou truncada e ponta acuminada.\n- Margem: frequentemente serrada ou crenada.\n- Tamanho: variando conforme a planta, folhas médias (não são muito pequenas nem muito grandes).\n- Cor: verde, mais claro na face inferior.\n\nFlores e inflorescência\n- Tipo: inflorescências em espigas densas e alongadas (lembram um “rabo de raposa”, daí o nome alope-curoides).\n- Cor das flores: geralmente esbranquiçadas a esverdeadas, por isso o nome comum “paritária‑branca”.\n- Flores: pequenas e discretas; como em outras Acalypha, as flores masculinas e femininas são separadas na mesma planta (monoica) e organizadas em espigas.\n- Fruto: pequena cápsula que contém sementes; fruto simples, típico da família Euphorbiaceae.\n\nDistribuição e habitat\n- Ocorrência: é nativa de regiões tropicais das Américas (presente no Brasil e em outros países da região). Aparece com frequência em áreas quentes e úmidas.\n- Habitat habitual: bordas de mata, capoeiras, clareiras, beira de caminhos e locais perturbados; tolera solos pobres e locais com algum nível de sombra.\n\nEcologia\n- Floresce com frequência no período chuvoso e pode florescer ao longo do ano em climas tropicais.\n- Atrai pequenos insetos polinizadores; suas sementes podem ser dispersas localmente por gravidade ou pequenos animais.\n- É planta adaptada a regeneração em áreas perturbadas (espécie pioneira).\n\nUsos e notas etnobotânicas\n- Uso ornamental: devido às inflorescências alongadas e discretas, às vezes é usada em jardins informais ou naturais.\n- Usos populares: em algumas regiões do Brasil e de outros países, espécies de Acalypha são citadas em usos medicinais tradicionais. Para Acalypha alopecuroidea há relatos locais de uso, mas a eficácia e segurança não estão amplamente documentadas em literatura científica difundida.\n- Precauções: como várias plantas da família Euphorbiaceae, pode ter seiva que causa irritação em pele sensível; evitar contato direto com mucosas e olhos e consultar fontes confiáveis antes de usos medicinais.\n\nCultivo e propagação\n- Luz: prefere sol pleno a meia‑sombra; aguenta sombreamento leve.\n- Solo: adapta‑se a solos bem drenados, tolera solos pobres; prefere solo com umidade moderada.\n- Água: rega regular, sem encharcar; resiste a curtos períodos de seca em exemplar estabelecido.\n- Propagação: por sementes ou estaquia de ramos herbáceos/semilenhosos; sementes germinam com relativa facilidade em condições tropicais.\n- Cuidados: poda para controlar porte e estimular brotação; retirar plantas invasoras próximas e evitar excesso de umidade no colo.\n\nComo identificar (pontos-chave)\n- Arbusto com folhas alternas ovadas e margem serrada.\n- Inflorescências em espiga alongada, com flores pequenas esbranquiçadas — “rabo de raposa” claro.\n- Presença em bordas de mata, capoeiras e áreas perturbadas nas regiões tropicais.\n\nEspécies semelhantes\n- Acalypha indica (paritária): também um arbusto com inflorescências em espiga, mas difere em detalhes das folhas e das espigas; Acalypha hispida (raspadeira‑de‑cachorro) tem inflorescências muito mais vistosas e pendentes.\n- Para identificação segura, compare tamanho e forma das espigas e dos detalhes foliares.\n\nEstado de conservação\n- Não há, em geral, indicação de ameaça grave para a espécie em nível global; é comum em habitats perturbados. Situação local pode variar conforme desmatamento e perda de habitat — para avaliações oficiais, consultar listas nacionais ou a IUCN.\n\nObservações finais\n- É uma planta de fácil reconhecimento por suas espigas esbranquiçadas e hábito de arbusto em áreas tropicais.\n- Se planeja uso medicinal ou consumo, procure orientação de profissional de saúde ou referência etnobotânica confiável.","Abaixo seguem instruções práticas e recomendações para plantar e cuidar da Paritária‑branca (Acalypha alopecuroidea). Onde for aplicável, use as orientações “em geral”, pois condições locais (clima, tipo de solo, estação) alteram alguns detalhes.\n\nResumo rápido\n- Clima: tropical a subtropical; sensível a geadas. Prefere 18–30 °C; evitar abaixo de ~10 °C.\n- Solo: fértil, bem drenado, ligeiramente ácido a neutro (pH ≈ 5,5–7,0).\n- Luminosidade: sol pleno a meia‑sombra (em regiões muito quentes, proteger do sol forte do meio‑dia).\n- Rega: regular; manter solo úmido mas não encharcado.\n- Propagação: sementes ou estaquia (mudas por estacas).\n- Poda: poda de formação e limpeza após florescimento.\n- Pragas/doenças: afídeos, cochonilhas, mosca‑branca, ácaros; risco de podridões se solo encharcado.\n- Toxicidade: muitas Acalypha exsudam látex que pode irritar a pele/olhos — use luvas se for cortar ou manusear muito.\n\nPreparação do local e do solo\n- Escolha um local com sol pela manhã e sombra parcial à tarde, ou sol pleno em clima ameno.  \n- Solo: melhore solos pesados com matéria orgânica (composto, húmus) e areia grossa/perlita para drenagem. Mistura sugerida para vasos: 2 partes terra fértil + 1 parte composto + 1 parte perlita/areia grossa.  \n- Verifique PH se possível e mantenha entre 5,5 e 7.\n\nPlantio (em canteiro)\n1. Abra cova com o dobro do volume do torrão da muda; misture composto ao solo retirado.\n2. Coloque a muda à profundidade original, preencha e compacte ligeiramente.\n3. Regue bem para assentar o solo e eliminar bolsas de ar.\n4. Mantenha cobertura morta (mulch) ao redor (2–5 cm), afastada do caule para evitar apodrecimento.\n\nPlantio em vaso\n- Use vaso com boa drenagem e furos no fundo. Escolha vaso proporcional ao porte esperado.  \n- Substrato conforme mistura sugerida.  \n- Replante para vaso maior quando raízes preencherem (normalmente a cada 1–2 anos).\n\nIrrigação\n- Regue para manter o solo constantemente úmido, mas sem encharcar. Em vasos, deixe a camada superior (2–3 cm) secar entre regas.  \n- Em período seco/alta temperatura, regas mais frequentes; em clima úmido, reduzir.  \n- Evite molhar a folhagem em excesso para reduzir fungos; regue pela manhã.\n\nAdubação\n- Aplicar composto orgânico no plantio e renovar cobertura a cada 6–12 meses.  \n- Fertilizante químico equilibrado (NPK 10-10-10 ou 20-20-20) diluído a cada 4–6 semanas na primavera/verão ou usar fórmula de liberação controlada aplicada conforme instrução do fabricante.  \n- Maior N favorece folhagem; menor N e mais K/P favorecem floração.\n\nPoda e formação\n- Pode para manter porte, estimular ramificação e remover ramos mortos/doentes. Melhor podar após pico de floração ou no início da estação de crescimento.  \n- Poda leve regularmente ajuda a manter planta compacta e florífera.\n\nPropagação\n- Por sementes: semear em substrato leve, manter úmido e bem iluminado; germina em semanas (varia conforme condição). Sementes frescas têm maior taxa de germinação.  \n- Por estacas: colete estacas semi‑lenhosas de 8–12 cm, remova folhas inferiores, mergulhe em hormônio enraizador e plante em substrato leve (areia+turfa). Mantenha alta umidade (cobertura plástica parcial) e calor; enraizamento em 3–6 semanas aprox.\n\nPragas e doenças\n- Pragas comuns: afídeos (pulverize água forte, sabão inseticida ou óleo de neem), cochonilhas e mosca‑branca (inspecionar e tratar com sabão, óleo horticultural ou produtos específicos). Ácaros em ambiente seco — aumentar umidade e pulverizar água nas folhas.  \n- Doenças: podridões radiculares por encharcamento — melhorar drenagem; ferrugem/manchas foliares — remover folhas afetadas e aplicar fungicida se necessário.  \n- Inspeções regulares ajudam detecção precoce.\n\nProblemas comuns e soluções\n- Folhas amarelando: excesso/deficiência de água, nutrientes, ou choque de transplante. Ajustar rega e fertilização.  \n- Queda de folhas: excesso de sol/calor, frio, estresse hídrico. Proteja do sol muito forte e estabilize irrigação.  \n- Poucas flores: muita sombra ou excesso de nitrogênio. Aumente luminosidade e troque por adubo mais equilibrado.\n\nObservações finais e usos\n- Em jardins tropicais e bordaduras, funciona bem como ornamental de folhagem e flores discretas. Pode ser usada em vasos e canteiros.  \n- Se for cultivar perto de crianças/animais, verifique informações locais sobre toxicidade da espécie; manuseie com cuidado, pois o látex de Euphorbiaceae pode irritar pele e mucosas.\n\nSe quiser, eu posso:\n- Montar um calendário de manejo anual adaptado à sua cidade/estado (me diga o município).  \n- Dar uma receita de substrato caseiro para vasos usando materiais locais.","Paritária branca (Acalypha alopecuroidea): arbusto gracioso de flores brancas e folhas brilhantes, atraente e versátil — perfeito para jardins alegres!",[],[],[27,130],{"_id":28,"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"image":29,"user":30,"results":36,"createdAt":129},"6a1c8dcc94755800225de929","/uploads/images/plant-discover/6d05660a-9f71-44e9-910b-97453b6e63b96511529369089202069-1780256168339.jpg",{"_id":31,"name":32,"picture":33,"city":34,"uf":35},"694bf723b2516f00226691b5","Sucesso","https://lh3.googleusercontent.com/a-/ALV-UjXri9YJiZNzlxo4fo8dO4dnyP3MlWmyzhQ93tzz6pxFVunuPXO2=s96-c","Santo Antônio de Pádua","RJ",[37,63,92,112],{"gbif_id":12,"specie_name":14,"specie_canonical_name":16,"images":38,"score":62},[39,43,47,51,54,58],{"url":40,"thumbnail":41,"citation":42},"https://bs.plantnet.org/image/o/408262f75b2a12a8797d159fd345d1b167d762d2","https://bs.plantnet.org/image/m/408262f75b2a12a8797d159fd345d1b167d762d2","Magnun Paula Pereira / Pl@ntNet, 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