Dúvidas sobre Plantas 🌿

Pergunta:

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Paragominas, PA

como diminuir a salinidsdd em adubos foliares

Resposta do Assistente Virtual Cultivar sobre plantas

Flor do Cultivar

Flor do Cultivar

Alto Paraíso de Goiás, GO

Opa, Rogério! Boa nova (lua nova hoje — ótimo pra começar receitas leves 😉). Aqui vão dicas práticas e agroecológicas pra diminuir a “salinidade” em adubos foliares e evitar queimaduras nas folhas aí em Paragominas:

Por que é importante

  • Soluções muito salinas puxam água das células da folha e causam queimaduras e perda de eficiência da nutrição. Em ambiente quente e úmido isso aparece rápido.

Como reduzir a salinidade — passo a passo

  1. Use água de baixa salinidade

    • Prefira água de chuva ou água filtrada/servida. Água de poço ou torneira pode ter sais dissolvidos; se suspeitar, dilua mais a solução.
  2. Dilua a solução

    • Comece com 25–50% da concentração que você costuma usar. Para chás de composto e extratos vegetais, prepare mais fracos e aplique em maior volume por planta.
  3. Meça quando possível

    • Se tiver um medidor de CE/condutividade, mantenha a solução foliar baixa: idealmente abaixo de 1,0–1,5 mS/cm (quanto menor para plantas sensíveis). Se só tiver medidor de TDS, vise algo na faixa baixa (centenas de ppm, não milhares).
  4. Escolha insumos com baixo “índice salino”

    • Prefira extratos vegetais fermentados, chás de composto bem filtrados e outros insumos orgânicos leves. Evite concentrados muito salgados ou restos de fertilizantes secos muito concentrados.
  5. Adicione um umectante natural

    • Extrato de yucca ou pequenas quantidades de sabão vegetal suave ajudam a espalhar a gota e reduzir pontos de concentração, diminuindo risco de queimadura.
  6. Horário e teste

    • Aplique no início da manhã ou fim da tarde (menos luz direta, menor risco de queimadura). Sempre faça um teste em poucas folhas/uma planta antes de pulverizar tudo.
  7. Se já houver salinidade acumulada nas folhas

    • Lave as folhas com água limpa (chuva artificial) antes de aplicar qualquer solução. Evite novas aplicações foliares até as folhas secarem e recuperarem.

Medidas no solo para reduzir efeito geral

  • Irrigue profundamente em períodos de chuva seca para ajudar a “lavar” sais do perfil próximo às raízes.
  • Aumente matéria orgânica do solo (composto, adubação verde, cobertura) — melhora retenção de água e diluição de sais a longo prazo.
  • Use aplicações principalmente via solo quando possível; foliar serve como complemento, não substitui manejo do solo.

Receitinha teste (baixa salinidade)

  • 10 L de água de chuva + 200–500 mL de chá de composto fraco (coado) + algumas gotas de extrato de yucca. Misture, faça teste em poucas folhas e observe 24–48h antes de ampliar.

Quer que eu te ajude a adaptar a diluição para uma receita que você usa aí? Me diz que insumo está usando (chá de composto, extrato de algas, húmus líquido, etc.) e a concentração que você costuma aplicar — eu faço as contas e dou a diluição segura. Boa colheita, parceiro! 🌱

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Paragominas, PA

estpu misturando Map,Ureia e kcl e estou tendo problema com os sais o que fazer?

Flor do Cultivar

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Alto Paraíso de Goiás, GO

Opa Rogério! Boa nova (lua nova mandando boas energias pra plantar coisas novas 🌑🌱). Vamos resolver esse problema de sais — isso é bem comum quando se tenta misturar MAP, ureia e KCl em pulverização foliar.

Resumo direto: MAP, ureia e KCl são altamente concentrados e facilmente causam “salinidade”/queimadura nas folhas. Minha recomendação agroecológica: evite usar esses três em pulverização foliar juntos — prefira aplicação via solo ou substitutos orgânicos. Abaixo tem o que fazer agora e como evitar de novo.

O que fazer agora (controle de dano)

  • Pare a pulverização foliar com essa mistura imediatamente.
  • Lave as folhas afetadas com água limpa (chuva artificial ou pulverização só com água) para remover os sais que estão na superfície. Faça isso de manhã cedo ou fim de tarde.
  • Teste em poucas plantas: faça uma solução MUITO diluída (veja sugestão abaixo) e aplique em 1–2 plantas; observe 48 h antes de seguir.
  • Não guarde a mistura pronta por muito tempo (ureia se decompõe e altera o pH; soluções concentradas queimam).

Como reduzir salinidade nas próximas aplicações

  • Pare de pulverizar esses sais juntos. A maioria dos agricultores usa MAP/ureia/KCl via solo, não foliar.
  • Se precisar fazer foliar, reduza muito a concentração: comece com 25–50% do que você costuma usar e faça teste.
  • Use água de baixa salinidade (água de chuva é a ideal). Água de poço pode aumentar ainda mais o problema.
  • Aplique só no início da manhã ou fim da tarde, sem sol forte.
  • Acrescente um umectante natural (extrato de yucca ou umas gotas de sabão vegetal neutro) para espalhar melhor e diminuir pontos de concentração.
  • Meça condutividade (EC) se puder: para foliar, vise EC bem baixo — idealmente <1,0–1,5 mS/cm.

Alternativas agroecológicas e manejo de solo (melhor solução a médio/longo prazo)

  • Priorize adubação via solo: incorpore ureia e MAP no solo ou use fontes orgânicas de N e P (composto, esterco curtido, adubação verde).
  • Para potássio: considere cinzas de madeira bem manejadas, composto maduro ou cobertura vegetal rica em K (substitutos agroecológicos).
  • Aumente matéria orgânica (composto, cobertura, rotação/adubação verde) — isso reduz efeitos de salinidade e melhora troca iônica.
  • Divida doses em aplicações menores ao longo do ciclo em vez de aplicar tudo de uma vez.

Receita de teste fraca (exemplo)

  • 10 L de água de chuva + 100–200 mL de chá de composto coado OU uma dose muito fraca da mistura (25% do costume) + 2–3 gotas de extrato de yucca. Teste 1 planta e observe.

Precauções práticas

  • Nunca misture concentrados direto no pulverizador sem dissolver bem e sem testar.
  • Faça sempre teste de 1–2 dias em poucas plantas.
  • Use EPI (luvas, óculos) ao manusear fertilizantes.

Se quiser eu te ajudo a calcular diluição segura — me diz: qual a quantidade (g ou mL) que você costuma colocar em quantos litros de água? Também me fala se a aplicação é foliar ou solo e eu ajusto a recomendação. Bora deixar suas plantas sem queimaduras! 🌿😄

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

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Paragominas, PA

100 litros de aguauteia 3 kg map 10 kg e kcl 6 kg

Flor do Cultivar

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Alto Paraíso de Goiás, GO

Opa Rogério — boa! Vamos direto ao ponto: essa mistura está MUITO concentrada para pulverização foliar e vai queimar as folhas. Vou explicar rápido e dizer o que fazer agora.

  1. Cálculo da sua mistura (100 L)
  • MAP: 3 kg → 30 g/L (3%)
  • Ureia: 10 kg → 100 g/L (10%)
  • KCl: 6 kg → 60 g/L (6%) Total de sólidos dissolvidos ≈ 190 g/L (19%): isso é altíssimo para foliar — vai causar queimadura e estresse por salinidade.
  1. O que fazer imediatamente
  • Não pulverize essa mistura nas plantas! Pare já.
  • Se já pulverizou, lave as folhas com água limpa (pulverização só com água) no início da manhã ou ao fim da tarde para remover sais da superfície. Repita 1–2 vezes nos próximos dias.
  • Não armazene a mistura por muito tempo — ureia se altera e pode piorar a coisa.
  1. Se quiser reaproveitar a solução (com MUITO cuidado)
  • A opção mais segura é evitar uso foliar e, se for inevitável aproveitar, diluir muito e aplicar no solo (não em mudas/raízes finas). Diluir pelo menos 5–10× (transformar 100 L em 500–1000 L) reduz concentração, mas ainda assim é arriscado dependendo da planta/solo. Depois de aplicar ao solo, irrigue bem para “lavar” e evitar acúmulo de sais próximo às raízes.
  • Ideal mesmo: descartar a solução em ponto de diluição grande (fossa de infiltração) ou distribuir em área de pastagem ou capoeira, longe de plantas sensíveis, com muita água para diluir.
  1. Manejo pós-aplicação no solo (se aplicar diluído)
  • Irrigue generosamente nos dias seguintes para evitar acúmulo de sais.
  • Aumente matéria orgânica (composto, cobertura) para ajudar a recuperar o solo.
  • Observe plantas por 7–14 dias para ver sintomas.
  1. Alternativa agroecológica pra foliar (seguro)
  • Use chá de composto coado ou extrato fermentado de plantas (FPJ/FYM fraco), 1–3% de suspensão, poucas gotas de extrato de yucca como umectante. Faça sempre teste em 1-2 plantas antes.
  1. Se quiser que eu calcule uma diluição segura Diz pra mim:
  • Você ia pulverizar qual cultura (soja? frutíferas? hortaliças?) e em quantas plantas/qual área?
  • Já pulverizou ou ainda tá no tanque? Com essas infos eu calculo concentrações seguras e alternativas práticas pra Paragominas.

Quer que eu calcule a diluição e a dose por hectare para o que você ia aplicar? Vou te ajudar passo a passo. 🌱😄

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Paragominas, PA

Vc acha edta conce tracao muinto salina

Flor do Cultivar

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Alto Paraíso de Goiás, GO

Boa, Rogério — direto ao ponto: sim, soluções de EDTA concentradas podem aumentar bastante a “salinidade”/força iônica da calda e, por isso, têm potencial de queimar folhas se usadas em foliar ou aumentar estresse quando aplicadas ao solo em excesso.

Por que isso acontece (curto e simples)

  • EDTA é um sal orgânico (quelante) e, junto com o metal quelatado, aumenta a condutividade elétrica (CE) da solução. Soluções com CE alta puxam água das células e causam queimadura foliar e problemas na raiz.

O que fazer na prática

  • Não misture EDTA concentrado com MAP/ureia/KCl — a combinação soma carga iônica e eleva risco de fitotoxidade.
  • Evite aplicações foliares com EDTA muito concentrado. Se precisar usar foliar, dilua bastante e faça teste em 1–2 plantas por 48 h antes.
  • Use água de chuva/baixa salinidade para preparar a calda.
  • Aplique no início da manhã ou fim da tarde (menos risco de queimadura).
  • Se já aplicou e há queimadura, lave as folhas com água limpa e irrigue o solo para reduzir acúmulo de sais.
  • Prefira fontes orgânicas/menos salinas de micronutrientes quando possível: húmus líquido, chá de composto bem filtrado, extratos fermentados, ou fulvatos/húmus (estes aumentam nutrição sem tanta salinidade).

Medida prática (se puder medir)

  • Para aplicações foliares, tente manter CE baixo — idealmente <1,0–1,5 mS/cm. Se não tem medidor, mantenha concentrações bem fracas e teste.

Quer que eu calcule se a solução que você tem é segura?

  • Me diz a concentração do produto (ex.: % m/m ou g por L) e para qual cultura/uso (foliar ou solo). Aí eu digo se está alta e sugiro diluição segura ou alternativa agroecológica.
Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

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Paragominas, PA

esta oncenttacao e via solo para p maracujá

Flor do Cultivar

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Alto Paraíso de Goiás, GO

Opa Rogério — boa! Vou direto ao ponto pra te ajudar com EDTA via solo no maracujazeiro.

Primeiro: preciso de duas infos pra te dar número seguro

  • concentração do produto (ex.: % Fe‑EDTA ou g de quelato por mL) que você tem no rótulo; e
  • como você pretende aplicar: drenagem por planta (quantos litros por planta) ou via fertirrigação por hectare?

Enquanto você traz isso, dicas práticas e seguras (para já reduzir risco de salinidade):

  1. Só aplique se houver necessidade
  • Faça ou baseie em análise de solo/foliar. Aplicar quelato “por via solo” sem deficiência confirmada pode ser desperdício e aumentar salinidade.
  1. Não misture com fontes muito salinas
  • Evite MAP/ureia/KCl na mesma solução; somam CE e aumentam fitotoxidade.
  1. Diluição e método
  • Aplique o quelato bem diluído como um “drench” (gotejamento ao redor da linha de gota da copa), não em alta concentração perto da raiz ou em contato direto com o tronco.
  • Sempre dilua em água de chuva/baixa salinidade e aplique em volumes maiores para distribuir (melhor do que calda concentrada).
  1. Irrigue após aplicação
  • Regue bem após o aporte para dispersar o quelato e evitar acúmulo salino na zona da raiz.
  1. Fragmentação de dose
  • Divida a necessidade em aplicações menores ao longo do ciclo em vez de uma dose alta única.
  1. Monitore e recupere solo
  • Observe sintomas e, se perceber estresse/sinais de salinidade, lave o solo com irrigação adicional para promover lixiviação.
  • Aumente matéria orgânica (composto, biochar, cobertura) para melhorar retenção e reduzir efeitos de sais.
  1. Alternativas agroecológicas
  • Fulvatos/húmus líquido, chá de composto e microrganismos benéficos frequentemente melhoram disponibilidade de micronutrientes com menos risco salino que quelatos sintéticos.

Se me passar o % do quelato no produto e a dose/volume que pretende usar (litros por planta ou L/ha), eu calculo a diluição segura e te digo como aplicar no maracujá aí em Paragominas. Quer que eu calcule agora? 🌿

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Paragominas, PA

sim

Flor do Cultivar

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Alto Paraíso de Goiás, GO

Perfeito, Rogério — vou calcular pra você, mas preciso de alguns dados rápidos pra fazer as contas certinho:

Me diz:

  1. Qual é o produto exato e a concentração do quelato (ex.: Fe‑EDTA 13% Fe, ou “X g/L” ou “X%” no rótulo)?
  2. Como pretende aplicar: via fertirrigação por hectare (quantos L/ha) ou em drench por planta (quantos litros por planta)?
  3. Qual a fonte de água (chuva, poço, torneira) e, se souber, a condutividade/CE da água (mS/cm) — se não souber, tudo bem.
  4. Quer aplicar junto com MAP/ureia/KCl ou separadamente?

Com essas infos eu calculo: concentração final (g/L), risco salino e uma diluição segura/volume por planta ou por hectare, além de recomendar irrigação pós‑aplicação e frequência. Manda aí que eu já resolvo! 🌱😄

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Paragominas, PA

Eu queria essa concentração dividido por um litro de cauda para 10 litros de água porém eu queria saber se esta solução não vai desencadear uma dissolução dentro do vasilhame que é de 20 l

Flor do Cultivar

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Alto Paraíso de Goiás, GO

Boa, Rogério — vou te responder de forma prática e direta. Primeiro: preciso esclarecer duas coisinhas rápidas pra dar a resposta mais segura possível:

  • Quando você fala “1 litro de calda para 10 litros de água”, quer dizer 1 L do concentrado que você preparou (ou do produto comercial) + completar até 10 L com água (ou 1 L + 10 L, ficando 11 L no total)?
  • O que exatamente tem nessa 1 L de calda (quantidades de MAP, ureia, KCl, quelato EDTA ou outro produto, em g ou kg ou %)?

Enquanto você responde, seguem orientações gerais e práticas — direto ao ponto:

  1. Reações e dissolução dentro do vasilhame (20 L)
  • Uma solução parada não “continua dissolvendo” além do limite de solubilidade: os sólidos dissolvem até a saturação e depois param. O risco não é tanto “dissolução contínua”, e sim:
    • precipitação (quando sais formam compostos insolúveis ao mudar pH ou em presença de Ca/Mg),
    • degradação (ureia é atacada por urease e pode liberar amônia, mudar pH e cheirar forte),
    • formação de sedimentos e blocos (quando mistura incompatível cria precipitado),
    • crescimento microbiano se ficar muito tempo (principalmente em extratos orgânicos).
  • Misturas com EDTA podem se manter estáveis, mas se tiver cálcio/magnésio altos (na água ou no solo) podem ocorrer precipitados (fosfatos com cálcio, por exemplo).
  1. Riscos práticos no seu caso
  • Se a “calda” for concentrada (tipo a mistura que você já citou — MAP/ureia/KCl em altas doses), NÃO deixe armazenada muito tempo num vasilhame de 20 L. Ureia e fertilizantes concentrados aumentam temperatura, mudam pH e podem estragar o conteúdo e o tanque.
  • Em plástico adequado (HDPE) costuma ser seguro por curtíssimo prazo, mas recomenda-se usar a solução logo — no máximo 24 h — e manter em sombra.
  1. Teste rápido que você pode fazer (recomendado)
  • Pegue 500 mL (ou 1 L) de água na mesma fonte que vai usar.
  • Misture nela exatamente a proporção que pensa usar (a “1 L de calda” diluída).
  • Deixe em garrafa transparente tampada, ao abrigo do sol, e observe 24–48 h:
    • apareceu precipitado? turvação? cheiro forte/amônia? aquecimento?
    • se sim: a mistura é instável — não armazene, descarte ou dilua muito mais antes de usar.
  • Faça também um teste em pequena escala no solo ou em uma planta antes de aplicar em toda a lavoura.
  1. Como conservar/armazenar se precisar
  • Use recipiente de polietileno HDPE limpo e em bom estado (evite metal ou plásticos desconhecidos).
  • Mantê-lo sombreado, tampado e usar em até 24 h. Não deixar no sol ou com calor.
  • Agitar antes de usar (muitas soluções assentam sedimento).
  • Não deixe em contato prolongado com a borda do tambor onde pode concentrar sal.
  1. O que fazer se aparecer precipitado dentro do vasilhame
  • Filtrar com pano ou filtro fino se quiser aproveitar (só se o precipitado não for tóxico e se a planta tolerar).
  • Melhor opção: descartar corretamente, lavar bem o vasilhame e preparar calda nova numa concentração menor ou aplicar direto ao solo muito diluído e irrigando em seguida.
  1. Recomendação final prática para maracujazeiro
  • Evite preparar grandes volumes concentrados. Prepare a calda na dose final que vai aplicar e use na hora.
  • Se for fertirrigação, prefira dividir dose em várias aplicações leves.
  • Se quiser eu calculo a diluição segura: me diz exatamente o que tem na sua 1 L de calda (g de MAP, g de ureia, g de KCl, % de EDTA, etc.) e se essa calda será misturada 1:9 (1 L + 9 L = 10 L) ou 1:10 (1 L + 10 L = 11 L).

Manda os números que eu faço as contas e te digo se é seguro deixar no tambor de 20 L ou se tem que descartar/ diluir mais. Vamos ajeitar isso pra não queimar o maracujá! 🌱😄

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Paragominas, PA

a causa original é 3 kg de ureia 10 kg de Map 8 kg de kcl

Flor do Cultivar

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Alto Paraíso de Goiás, GO

Boa, Rogério — vou direto ao ponto, com números pra você visualizar.

Você disse: 3 kg ureia + 10 kg MAP + 8 kg KCl = 21 kg de sólidos no total.

  1. Se isso estiver num vasilhame de 20 L
  • Resultado: 21 kg / 20 L = 1.050 g/L (ou 1050 g/L). Isso é absurdo pra água — não vai dissolver tudo. Você terá uma suspensão/eslurry com muito sólido não dissolvido, calor local ao misturar, precipitados e risco de reações indesejadas. Não é seguro nem prático — não use essa calda para pulverização foliar e não armazene.
  1. Se estivesse em 100 L (cenário anterior que você citou)
  • 21 kg / 100 L = 210 g/L. Ainda é muito concentrado para foliar (vai queimar folhas) e continua alto para aplicação direta ao solo sem diluição e irrigação posterior.
  1. O que fazer agora (prático)
  • Se o conteúdo já está no tambor de 20 L: não pulverize. O mais seguro é não tentar salvar concentrado tão forte. Opções: a) Descartar com cautela em área de infiltração longe das plantas sensíveis (evitar despejar direto no pé do maracujá) e depois irrigar bem para diluir no solo.
    b) Se for usar no solo, só depois de diluir MUITO — mas a diluição necessária geralmente é impraticável (para reduzir de 1050 g/L para algo perto de 20–30 g/L você precisaria de centenas de litros de água). Ou seja: melhor descartar/usar em pequena área não produtiva e irrigar muito.
  • Se ainda não misturou: não use essas massas num tanque pequeno. Prepare apenas a calda final, na concentração que a cultura aceita, e aplique logo.
  1. Recomendações gerais para maracujazeiro
  • NUNCA pulverize concentrações assim. Para foliar, as concentrações devem ser bem baixas; para solo, dividir em doses e irrigar após aplicação.
  • Se precisar aplicar esses fertilizantes via solo, recomenda-se misturar as doses calculadas por planta/ha e distribuir no solo com água suficiente e irrigar para evitar acumulo de sais perto das raízes.
  • Aumente matéria orgânica e faça aplicações fracionadas ao longo do ciclo em vez de uma dose gigante.
  1. Teste e segurança
  • Sempre faça teste em uma planta antes de aplicar na lavoura.
  • Use recipiente HDPE limpo, sombra, e use a solução no mesmo dia (máx 24 h).
  • Se houve pulverização acidental, lave as folhas com água e irrigue o solo.

Quer que eu calcule diluições seguras?

  • Me diz: em quantos litros você quer preparar a calda final para aplicar (ex.: 100 L, 200 L, ou L por planta/ha)? Aí eu faço a conta e digo quanto de cada fertilizante usar de forma segura (e se valer a pena aplicar via solo ou não). Vamos ajeitar isso sem queimar seu maracujazeiro! 🌱😄
Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Paragominas, PA

essa causa que esses esse mapa esse aí ia ficar sem vai ser dissolvido em 100 l de água a necessidade de ser dissolvido depois em mais quantidades

Flor do Cultivar

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Alto Paraíso de Goiás, GO

Ótimo, Rogério — vamos direto ao ponto, simples e prático.

  1. Vai dissolver?
  • Ureia dissolve fácil na água. MAP e KCl também são bem solúveis em água em temperatura ambiente, então SIM, grande parte dessas 3 + 10 + 8 kg tende a se dissolver em 100 L — especialmente se você mexer bem.
  • Porém: dependendo da dureza da água (Ca/Mg) e do pH, pode aparecer precipitado (fosfatos com cálcio) ou turvação. Misturar dá calor e alteração de pH; a solução pode ficar instável.
  1. O problema principal
  • Mesmo que dissolva, a solução resultante terá ~210 g de fertilizante por litro (21 kg/100 L = 210 g/L). Isso é MUITO concentrado — alta força iônica (salinidade) e risco alto de queimar raízes/plantas ou prejudicar microbiota do solo. Não é seguro aplicar assim no maracujá.
  1. O que fazer agora (prático)
  • Se já preparou e ainda não aplicou: NÃO APLIQUE direto. O melhor é diluir essa mistura em muito mais água — pelo menos 5 a 10× (ou seja, transformar 100 L em 500–1000 L) antes de aplicar no solo. Com 1000 L a concentração cai para ~21 g/L, bem mais aceitável para fertirrigação (ainda assim dependerá da necessidade e do solo).
  • Se aplicou já concentrado: irrigue generosamente depois para lixiviar sais e vigie sintomas de estresse nas plantas (murcha, bordas queimadas).
  • Se está no tambor de 20 L: não recomendo armazenar essa calda concentrada. Prepare só o que for usar e aplique no mesmo dia. Prefira diluir direto na rede de fertirrigação com água suficiente.
  1. Como diluir/usar com segurança
  • Diluição prática e segura: dilua a calda 1:5 a 1:10 (ou mais) antes da aplicação ao solo. Ex.: seus 100 L → completar até 500–1000 L.
  • Divida a dose em aplicações menores ao longo do ciclo (não uma pancada só).
  • Use água de chuva/baixa salinidade. Irrigue após aplicar para dispersar e evitar acúmulo.
  • Faça teste em poucas plantas/uma linha antes de tratar tudo.
  1. Mistura e manuseio
  • Misture em recipiente adequado (HDPE), sombra e use no mesmo dia (24 h). Agite antes de usar.
  • Ordem de mistura: dissolva ureia primeiro, depois MAP, por último KCl — mexendo bem. Mesmo assim, cuidado com reações na água dura.
  1. Quer eu calcule a diluição por planta/ha?
  • Se quiser, me diz: quantas plantas por hectare ou litros que usa por planta; eu calculo quanto de cada fertilizante por aplicação para ficar seguro pro maracujá aí em Paragominas.

Quer que eu calcule para transformar essa mistura em, por exemplo, 1000 L finais e diga a concentração por litro e por planta? Vou fazer as contas pra você. 🌱😄

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Rogério Campos Dos Santos Prrogeriocamposs

Paragominas, PA

como fazer para eu conseguir guardar essa calda por seis meses a

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Alto Paraíso de Goiás, GO

Opa Rogério — olha só: se a ideia é guardar aquela CALDA com ureia + MAP + KCl por seis meses, vou ser direto e sincero: não é uma boa ideia. Vou te explicar o porquê, riscos e as opções práticas (seguras e agroecológicas) — com jeitão direto pra você aplicar aí em Paragominas.

Por que não guardar 6 meses (resumo)

  • Soluções concentradas mudam com o tempo: ureia se degrada (libera amônia), surgem alterações de pH, precipitados e turbidez.
  • Micro‑organismos podem proliferar (cheiro, turvação).
  • Alguns sais se precipitam (dependendo da água: Ca/Mg reagem com fosfatos).
  • Risco de perda de eficácia e risco fitotóxico quando usar depois.
  • Manter 100 L (ou 20 L) de calda por meses é logisticamente ruim (temperatura, luz, contaminação).

Se você puder escolher: não guarde. Guarde os fertilizantes secos e misture só a calda que vai usar no dia.

Mas se você precisa de alternativas práticas (o que dá pra fazer se não tem escolha):

  1. Melhor alternativa: NÃO transformar em calda por muito tempo
  • Armazene os fertilizantes sólidos (ureia, MAP, KCl) em local seco, elevado do chão, coberto, em sacos íntegros. Monte a mistura e dissolva só quando for aplicar.
  1. Se realmente for obrigatória armazenar líquido por curto prazo
  • Pra soluções líquidas, o máximo seguro é curto: 24–72 horas em local fresco e escuro. Se possível, use em 24 h.
  • Temperatura baixa e escuridão retardam problemas — mas não por meses.
  1. Se mesmo assim quer tentar conservar por mais tempo (RISCOS existem)
  • Armazenamento físico:
    • Use recipiente adequado: polietileno HDPE limpo e opaco, com tampa que vede bem. Evite metal.
    • Mantenha o recipiente na sombra, em local fresco e ventilado, sem sol direto.
    • Minimize espaço de ar (encher o tambor ao máximo) para reduzir oxidação/gases.
    • Evite variação grande de temperatura.
  • Higiene:
    • Limpe e desinfete o tambor antes (água limpa e pano).
    • Use água limpa (água de chuva filtrada é melhor) para preparar a calda.
  • Monitoramento:
    • Marque a data e cheque a cada 2–3 dias nas primeiras semanas: turbidez, cheiro de amônia, precipitado.
    • Se houver cheiro forte, turbidez ou precipitado, não use em foliar; melhor descartar ou diluir e aplicar no solo com muita água.
  • Filtração antes do uso:
    • Se sobrar sedimento leve, coe com pano fino antes de usar; mas isso NÃO resolve mudanças químicas dissolvidas.
  • Refrigerar?
    • Refrigerar (4–10 °C) reduziria degradação microbiológica, mas é impraticável para 100 L no campo e não elimina reações químicas (precipitação/pH).
  1. Opção agroecológica segura pra longo prazo
  • Não faça calda grande. Faça lotes pequenos: por exemplo, prepare 10–20 L por aplicação conforme necessidade.
  • Divida as doses e aplique fracionado ao longo do ciclo em vez de guardar uma mistura gigante.
  1. O que fazer se a calda já está pronta e você insiste em guardar
  • Se já tem 100 L: use o quanto antes. Se não usar, dilua imediatamente (muito) e aplique no solo em área não sensível, depois irriga bem — melhor do que tentar armazenar por meses.
  • Não deixe em tambor de 20 L com muito sal solidificado nas paredes — lave e limpe.
  1. Segurança e descarte
  • Não despejar em cursos d’água. Descarte em área de infiltração longe de plantio sensível, e irrigue depois.
  • Se ficou liderando para aplicar foliar depois de muito tempo: não use para foliar — só, se for reaproveitar, aplicar muito diluído no solo.

Resumo prático e rápido

  • Objetivo: não guardar 6 meses. Guarde sólidos.
  • Se for inevitável: prepare lotes pequenos, use em 24–72 h, recipiente HDPE opaco, local fresco/escuro, monitore turbidez/cheiro, e prefira aplicar ao solo bem diluído em vez de foliar.
  • Melhor alternativa: me diz quantos litros precisa por aplicação e eu calculo uma receita pequena e segura pra você preparar só o que usa, evitando esse problema.

Quer que eu calcule a receita para preparar, por exemplo, 20 L por aplicação (com diluição segura para maracujá)? Eu faço as contas e te digo passo a passo. Vamos evitar um desastre e salvar teu pé de maracujá! 🌱😄

Quer saber mais? Continue a conversa e aprofunde sua pergunta. Nosso assistente responde sobre:

  • Cuidados com as plantas
  • Rega, poda e adubação
  • Prevenção e combate de pragas
  • Plantas ideais para cada ambiente
  • Cultivo de espécies específicas

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